Evangelho segundo o Espiritismo
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24 NOV 20132. Visão Espírita sobre o Tabagismo
12 NOV 20133. Nosso Lar, formato de uma estrela
18 OUT 20134. Hospital Espírita de Marília
8 JUL 20135. Fazer o Evangelho no Lar sozinho
27 JUN 20136. Divaldo Franco demonstrando aplicação do Passe
26 JUN 20137. O médium é um missionário?
25 JUN 20138. A Transição do Planeta Terra
9 JUN 20139. Como é e onde fica o mundo espiritual de povos e continentes diferentes?
9 JUN 201310. Espiritismo e Vida
9 JUN 201311. A Escola do Coração
31 MAI 201312. Crítica Literária: Dimensões Espirituais do Centro Espírita
20 MAI 201313. Obra Individual
10 MAI 201314. Espiritismo Estudado
30 ABR 201415. Escola Bendita
30 ABR 201416. Sugadores de energia
20 MAR 201317. Colônias Espirituais no Brasil
12 MAR 201318. Diferenças da mediunidade kardecista e umbandista
30 JAN 201319. Egrégora
30 JAN 1320. Cientistas brasileiros estudam cérebros de médiuns durante a psicografia
30 JAN 201321. Desencarne em massa em Santa Maria (RS): o esclarecimento espírita
28 JAN 201322. Evangelho no Lar: como fazer
16 JAN 201323. Orientação para leitura da Doutrina Espírita
22 DEZ 201224. Faculdade Mediúnica: desenvolvimento ou educação
21 DEZ 2012
Aborto aparentemente espontâneo, provocado pelo espírito
24 NOV 2013
...
Além dos abortos
espontâneos, motivados em débitos cármicos do casal, que se associam às dívidas
e desarmonias do Espírito reencarnante, outros fatores podem ser causa de
aborto não provocado por interferência material.
Uma das causas que
devem ser mencionadas é a relacionada à própria entidade reencarnante. Como
nós, seres viventes do planeta Terra, temos muitas vezes o temor à morte, os
Espíritos, em muitas circunstâncias, temem abandonar uma situação que se lhes
afigura estável, para mergulhar novamente na matéria, aprisionando ou
anestesiando suas conquistas do passado. Em outras palavras, medo de nascer.
Espíritos que
necessitam renascer com severas limitações físicas, frutos de alterações
expressivas em sua constituição perispiritual, atemorizam-se ante uma
perspectiva que custam a aceitar Apesar de todo o trabalho dos mentores
espirituais esclarecendo que a exteriorização deformante do corpo físico
facilita a eliminação das anomalias em nível perispiritual, desde que
acompanhada de uma postura mental saudável, os receios e as reações muitas
vezes ocorrem.
Outros, embora nada
tenham a temer com relação a deformidades físicas, travam intensa luta íntima,
um conflito entre a razão que os faz renascer naquele lar e o sentimento de
antipatia com relação a alguns dos seus membros.
Como sabemos, a
ligação familiar freqüentemente é o palco dos reajustes do passado. Vínculos
pretéritos de desafetos que necessitam se perdoar, encontram na
"anestesia" do pretérito a condição predisponente para a
"cirurgia" psíquica que eliminará o "abscesso" do ódio.
Embora ocorram
reencarnações compulsórias, necessárias para aqueles cujo primitivismo psíquico
não permite a participação na escolha de suas provas ou expiações, na nova
romagem física, normalmente o livre-arbítrio é preservado. Todos nós, seres
humanos, temos a possibilidade de escolher, acertar ou errar, avançar ou
recuar. A liberdade que já conquistamos nas milhares de encarnações faculta-nos
o ensejo de decidir. Decidir, porém arcando com o peso das conseqüências.
Há Espíritos que se
posicionam mentalmente de forma reiterada na recusa psíquica a reencarnar.
Acentuam esta posição à medida que se sentem retidos na malha
fluídico-energética materna. Nos casos onde a dificuldade anterior de
relacionamento era justamente com a mãe, a interpenetração energética entre
ambos pode exacerbar a predisposição contrária ao renascimento. Acordam velhas
emoções que dormiam embaladas pela canção do esquecimento.
Laços fluídicos que
prendiam as emanações energéticas do perispírito da entidade reencarnante ao
perispírito materno ou, já unidas, ao chacra genésico da futura mãe podem
romper-se. Nos casos em que a gestação já se fazia em curso, e o fluido vital
do embrião em desenvolvimento se fundia com o corpo espiritual em processo de miniaturização,
a súbita e intensa revolta do Espírito pode determinar a ruptura definitiva das
ligações, deixando o futuro feto sem o Espírito. Inviabiliza-se a gestação por
falta do modelo organizador biológico.
Ocorre o processo do
aborto tido como espontâneo, porém, na realidade, provocado pela recusa
sistemática, enérgica e imatura do Espírito. Perde ele, assim, uma grande
oportunidade para superar-se a si mesmo e avançar celeremente rumo à
felicidade.
Ricardo di Bernardi.
Reformador, dez. 1992.
Visão Espírita sobre o Tabagismo
12 NOV 2013
Visão Espírita
sobre o Tabagismo
Cigarro, morte lado a
lado.
Os efeitos nocivos do
fumo ultrapassam os níveis puramente físicos, atingindo o perispírito.
Por
causa do fumo, o perispírito fica impregnado e saturado de partículas
semi-materiais nocivas, principalmente na região do aparelho respiratório, que
absorvem a vitalidade, prejudicando a normalidade do fluxo das energias
espirituais sustentadoras, as quais, através dele, o perispírito ou corpo espiritual,
se condensam para abastecer o corpo físico. Essas impurezas no perispírito
podem ser vistas por médiuns videntes como manchas, formadas de pigmentos
escuros, que envolvem os órgãos mais atingidos pelo fumo, principalmente os
pulmões.
O fumo também
amortece as vibrações mais delicadas, bloqueando-as, tornando o homem, até
certo ponto, insensível aos envolvimentos de entidades espirituais amigas e
protetoras. Por isso, André Luiz e Luiz Sérgio, recomendam que, no
dias das reuniões mediúnicas, os trabalhadores ainda necessitados do fumo,
devem abster-se ou reduzi-lo, para não prejudicar o intercâmbio.
O desejo de fumar,
que se situa no corpo astral, permanece após o desencarne e, como perispírito é
muito mais sensível do que o corpo físico, isto se torna desastroso, pois a
necessidade de fumar é enormemente ampliada, levando-o ao desespero e ao
desequilíbrio, provocando uma espécie de paralisia e insensibilidade aos
trabalhos dos socorristas por algum tempo, como se permanecesse em estado de
inconsciência e incomunicabilidade, ficando o desencarnado em prejuízo no
recebimento de auxílio espiritual e preso à crosta terrestre.
O desejo de fumar, no
espírito, faz com que ele sintonize com pessoas com predisposição de fumar ou
fumantes para, como vampiros, usufruírem as mesmas inalações inebriantes. Como
entidades espirituais agem hipnoticamente no campo da imaginação, transmitindo
as ondas magnéticas envolventes das sensações e desejos de que, juntos, se
alimentam.
Através de
processos de simbiose em níveis vibratórios, o fumante pode colher em seu
prejuízo as impregnações daqueles que podem deixa-lo infeliz, triste,
grosseiro, preso à vontade de entidades inferiores, sem domínio e a consciência
dos seus verdadeiros desejos. André Luiz, no livro Nos Domínios da
Mediunidade nos fala: “(…) Junto de fumantes e bebedores inveterados, criaturas
desencarnadas de triste feição se demoravam expectantes.
Algumas sorviam as
baforadas de fumo arremessadas ao ar, ainda aquecidas pelo calor dos pulmões
que as exalavam, nisso encontrando alegria e alimento.(…) Muitos de nossos
irmãos, que já se desvencilharam do vaso carnal, se apegam com tamanho desvario
às sensações da experiência física, que se cosem àqueles nossos amigos
terrestres temporariamente desequilibrados nos desagradáveis costumes por que
se deixam influenciar.(…) , o que a vida começou, a morte continua…
Esses nossos
companheiros situaram a mente nos apetites mais baixos do mundo, alimentando-se
com um tipo de emoções que os localiza na vizinhança da animalidade. Não
obstante haverem frequentado santuários religiosos, não se preocuparam em
atender aos princípios da fé que abraçaram, acreditando que a existência devia
ser para eles o culto de satisfações menos dignas, com a exaltação dos mais
astuciosos e dos mais fortes.
O chamamento da
morte encontrou-os na esfera de impressões delituosas e escuras, como é da Lei
que cada alma receba da vida de conformidade com aquilo que dá, não encontraram
interesse senão nos lugares onde podem nutrir as ilusões que lhes são
peculiares, porquanto, na posição e que se veem, temem a verdade e abominam-na,
procedendo como a coruja que foge à luz”.
O problema da
dependência continua até que a impregnação dos agentes tóxicos nos tecidos
sutis do corpo espiritual dê lugar à normalidade do envoltório espiritual, o
que, na maioria das vezes, tem a duração em que o tabagismo perdurou na
existência física do fumante.
Segundo Emmanuel,
quando o espírito não tem força de vontade suficiente para abandonar o vício,
pode necessitar, no Mundo Espiritual, de um tratamento com cotas diárias de
substituto dos cigarros comuns, com ingredientes semelhantes aos do cigarro
terrestre, sendo sua administração diminuída gradativamente, até que consiga
ficar livre da dependência (5).
O fumante transfere
de uma vida para a outra certos reflexos ou impregnações magnéticas que o
perispírito contém devido às imantações recebidas do seu corpo físico e do
campo mental que lhe são específicas. As predisposições e as tendências são
transportadas para a nova vida, que é uma oportunidade de libertação do vício
do passado, mas nem sempre vitoriosa. O Espiritismo aceita um componente
reencarnatório na predisposição aos vícios, o que, hoje, a Ciência já começa a
comprovar, com estudos que mostram que alguns genes podem estar relacionados
com predisposição para o fumo.
O tabagismo é
responsável por doenças cármicas, tais como asma, enfisema congênito, infecções
recorrentes, na infância, das vias aéreas e câncer em reencarnações futuras,
ocasionadas pela lesão do corpo espiritual.
É através da fé que podemos nos libertar do vício que nos angustia e que nos
deprime cada vez mais, em vez de levar ao prazer, como erradamente pensamos em
nossa vida material. É indispensável criar esta ligação, para que cheguemos à
conclusão de que só nos viciamos quando já temos os nossos vícios da alma.
Vícios da falta de compreensão, falta de tolerância, o nosso orgulho, a nossa
vaidade e todas as outras dores da alma que levam aos nossos sofrimentos do dia
a dia.
Autora: Drª. Maria
Cristina Alochio de Paiva Médica Pneumologista.
Bibliografia:
1. Disponível em http://www.sa úde.gov.br/paredefumar. Acessado em
25/08/2001.
2. Kühl, E. Tóxicos – Duas Viagens. 4. ed. Belo Horizonte, MG: editora Cristã
Espírita Fonte Viva, 1998.
3. Luiz, André (psicografia de Francisco C. Xavier e Waldo Vieira).
Desobsessão. 18. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.
4. Sérgio, Luiz (psicografia de Irene P. Machado) Dois Mundos Tão Meus. 6. ed.
Brasília: Livraria e Editora Recanto, 1999.
5. Rigonatti, E. Manual prático do Espírita.
6. Luiz, André (psicografia de Francisco C. Xavier). Nos Domínios da
Mediunidade. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.
Fonte: Associação
Médico-Espírita do Estado do Espírito Santo (AMEEES), 2001.
Nosso Lar, formato de uma estrela
18 OUT 2013
Nosso Lar tem a
forma de uma estrela
de seis pontas, localizando-se a Governadoria
no centro do círculo em que está inscrita a estrela.
NOSSO LAR
(PLANO PILOTO)
Mencione-se, desde
logo, que existem dois desenhos, o primeiro que abrange apenas a estrela, onde
se localiza a Governadoria e os conjuntos habitacionais, inscritos dentro dela,
destinados aos trabalhadores de cada Ministério; o segundo já engloba mais além,
os conjuntos residenciais que, conquanto ainda afetos aos trabalhadores do
Ministério, podem ser adquiridos por estes, através de "bonus-horas"
e são suscetíveis de transmissão hereditária. Também nele se vê a grande
muralha protetora da cidade.
A cidade tem a
forma de uma estrela de seis pontas, localizando-se a Governadoria no centro do
círculo em que está inscrita a estrela.
Da Governadoria partem as coordenadas que dividem a cidade em seis partes
distintas, afetas, cada uma, ao mesmo número de organizações especializadas, em
que desdobra a administração pública, representadas, como já se disse, pelos
Ministérios da Regeneração, do Auxílio, da Comunicação, do Esclarecimento, da
Elevação e da União Divina.
Assim, a cidade está dividida em seis módulos, cada um deles partindo da
Governadoria, junto à qual se eleva a torre de cada ministério, configurando-se
como um centro administrativo.
À frente deles está a grande praça que os circunda e que, para que se avalie o
seu tamanho, está apta para receber, comodamente, um milhão de pessoas. A
médium (Heigorina Cunha) descreve-a como belíssima, como piso semelhante ao
alabastro, com muitos bancos ao seu redor, sendo que, nos espaços em que se vê
o encontro dos vários vértices das bases dos triângulos, por detrás dos bancos,
existem fontes luminosas multicoloridas, e em torno delas, flores graciosas e
delicadas.
Além da praça temos os núcleos residenciais em forma de triângulo e que, como
já se disse, se destinam aos trabalhadores de cada Ministério, sendo que os
mais graduados residem mais próximos às praças e, portanto, ao centro
administrativo. Essas casas pertencem à comunidade e se um trabalhador se
transfere para outro Ministério, deve mudar-se também para residir junto ao seu
local de trabalho. Os quadros que se vêem desenhados dentro do triângulo, e
junto à muralha, são quadras onde se erguem as residências.
Nos espaços que medeiam entre um núcleo habitacional e outro, seja e, direção à
muralha, seja em direção ao núcleo correspondente ao Ministério vizinho,
existem grandes parques arborizados onde se erguem outras construções que foram
detalhadas na planta, destinados ao lazer ou serviços aos habitantes. Vê-se,
por exemplo, no parque do Ministério da Regeneração, a locação do seu Parque
Hospitalar; no Ministério da União Divina. o Bosque das Águas e, no Ministério
da Elevação, o Campo da Música, todos referidos no livro Nosso Lar .
Cada núcleo residencial é cortado, no centro, por ampla avenida arborizada que
o liga à praça principal e à Governadoria, e que se inicia junto à muralha.
Entre os núcleos em forma de triângulo e a muralha, estão os núcleos
residenciais destinados aos Espíritos que, por seus méritos, podem adquirir
suas casa mediante pagamento em bonus-hora, que é a unidade monetária padrão,
correspondente a uma hora de trabalho prestado à comunidade. Estas casas,
pertencendo aos que as adquiriram podem ser objeto de herança. Na planta
aparecem umas poucas quadras, mas na verdade são muitas quadras, a perderem-se
de vista e que se alongam até a muralha.
Circundando toda a cidade, está a grande muralha protetora, onde se acham
assestadas as baterias de proteção magnética, para defesa contra as arremetidas
dos Espíritos inferiores, o que não deve estranhar porque, como sabemos, a
cidade está situada numa esfera espiritual de transição, abrigando espíritos
que ainda devem reencarnar.
Por fora da muralha estão os campos de cultivo de vegetais destinados à
alimentação pública.
A planta da
cidade, no entanto, carece de medidas que nos propiciem uma exata compreensão
de seu tamanho.
Mas podemos imaginar sua magnitude pelas referências que André Luiz nos faz.
É uma cidade amplamente disposta, para um milhão de habitantes.
O "aeróbus", correndo numa velocidade que não permite fixar os
detalhes da paisagem e com paradas de três em três quilômetros, demora quarenta
minutos para ir da Praça da Governadoria até o Bosque das Águas, que está
localizado na planta.
Em síntese, é o
que nos mostra o plano piloto da cidade, configurado na planta que nos veio ao
conhecimento por intermediação de nossa irmã Heigorina Cunha.
Do livro
"CIDADE NO ALÉM"
Pelos Espíritos Lúcius e André Luiz,
Médiuns: HEIGORINA CUNHA (desenhos da cidade via desdobramento)
e FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Editora: IDE
1 - O irmão Lucius
fez quanto pôde, a fim de trazer, aos amigos domiciliados no Plano Físico,
alguns aspectos de Nosso Lar, a colônia de trabalho e reeducação a que nos
vinculamos na Espiritualidade, especialmente o plano piloto que lhe diz
respeito.
Para isso, encontrou a dedicação da médium Heigorina Cunha, na cidade de
Sacramento, em Minas Gerais, no Brasil.
2 - Terá conseguido transmitir, minuciosamente, toda a imagem do vasto contexto
residencial a que nos referimos?
Decerto que não, mas estamos à frente de uma realização válida pelas formas e
idéias básicas que o mencionado amigo alinhou, cuidadosamente, através do
intercâmbio espiritual.
3 - Justo lembrar aqui os mapas que Cristóvão Colombo desenhou, por influência
de Mentores e Amigos Espirituais, antes de desvelar a figura da América.
Semelhantes esboços não continham a realidade total, no entanto, demonstram,
até hoje, que o valoroso navegador apresentava a configuração do Novo
Continente, em linhas essenciais.
4 - Convém esclarecer que Nosso Lar é uma colônia-cidade, habitada por homens e
mulheres, jovens e adultos, que já se desvencilharam do corpo físico.
Outras colônias-cidades espirituais, porém, existem, às centenas, em torno da
Terra, obedecendo às leis que lhe regem os movimentos de rotação e translação.
5 - Em toda parte, depois do berço, o homem, no centro da Natureza, é
defrontado pelos princípios de seqüência.
Depois da morte também.
6 - Atendendo aos ditames da reencarnação e da desencarnação, nascem na
experiência física e liberam-se dela milhares de criaturas humanas, no estado
mental em que se comprazem.
7 - Quantos abordam o mundo material através do renascimento, evidenciam-se na
condição em que se achavam, no Plano Espiritual, procedentes do mundo, lá se
revelam tal qual se encontram, seja em matéria de evolução ou seja ante a
contabilidade da lei de causa e efeito.
8 - Ninguém é constrangido a pensar dessa ou daquela forma, por força dos
princípios universais que nos governam.
Cada consciência, encarnada ou desencarnada, é livre, em pensamento, para
escolher o caminho que lhe aprouver, ainda que esteja, transitoriamente, nos
resultados infelizes de opções que haja feito, no passado, resultados nos quais
a criatura pode amenizar ou agravar a própria situação, na pauta da conduta que
adote.
9 - Compreensível que os seres humanos transfiram para a Vida Espiritual,
quando lhes ocorra desencarnação, os ideais nobilitantes e as paixões
deprimentes, os desgostos e as alegrias, a convicção e a descrença, os valores
do entendimento e os desmandos da inteligência, o conhecimento deficitário e a
ânsia de elevação de que se vejam possuídos.
10 - Renascendo na Terra, a personalidade espiritual permanece internada na
veículo físico, cercada de testes que lhe aferem o valor alcançado, com
alicerces na assimilação do que já tenha realizado de melhor, em si mesma; e,
desencarnado, essa mesma personalidade patenteia, claramente, o que é, como
está e em que degrau evolutivo se acomoda, irradiando de si própria o clima
espiritual em que se lhe apraz viver e conviver.
11 - No berço terrestre, a pessoa se reassume na família ou no grupo social em
que deva reaprender lições e conclusões do pretérito, com o resgate de débitos
que haja contraído, ou em que possa prosseguir nas tarefas de amor e
cooperação às quais livremente se empenha.
12 - Na desencarnação, essa mesma pessoa retoma a companhia do grupo espiritual
com que se afina, de modo a continuar mentalmente estanque, como deseja, ou de
maneira a colher os resultados felizes no esforço de auto-sublimação que haja
desenvolvido no Plano Físico, seja pelo aperfeiçoamento realizado em si mesma
ou seja pelas tarefas enobrecedoras que tenha iniciado, entre os homens,
entrando naturalmente no grupo de elevação a que se promoveu.
13 - Todo espírito é livre, no pensamento, para melhorar-se, melhorando o campo
de vivência em que esteja, ou para complicar-se, complicando o campo de
experiências a que se vincule.
14 - Nas colônias-cidades ou colônias-parques que gravitam em torno do Plano
Físico, para domicílio transitório das inteligências desencarnadas, é natural
que a luta do bem para extinguir o mal ou o desequilíbrio da mente, continue
com as características que lhe conhecemos na Crosta da Terra.
15 - A morte não opera milagres. O ser humano, além ela, prossegue no trabalho
do auto-burilamento ou estacionário, enquanto não aceite a obrigação de
renovar-se e evoluir.
16 - As religiões, a filosofia e a ciência continuam, por necessidade das
criaturas desencarnadas, crendo, estudando e experimentando na sustentação do
progresso e do aprimoramento humano, oferecendo vastos domínios de serviço
nobilitado aos seus intérpretes, cultivadores e expoentes.
17 - Considerando a densidade das multidões de espíritos desencarnados,
desvalidos de orientações, vítimas de paixões acalentadas por eles próprios,
analfabetos da alma, desvairados pelos sentimentos possessivos, portadores de
enfermidades e conflitos que eles mesmos atraem e alimentam, espíritos imaturos
e desinformados, de todas as procedências, é necessário que o lar de afinidades,
o templo da fé, a escola e a predicação, a prece e o reconforto, o diálogo e a
instrução, o hospital e a assistência, o socorro e os tratamentos de
segregação, funcionem, nas comunidades do Mais Além, com extremada compreensão
de quantos lhes esposam tarefas salvadoras.
18 - Para o esclarecimento gradativo dos espíritos desencarnados, que se
revelam necessitados de apoio e e instrução ( e contam-se por milhões), a
palavra articulada, falada ou escrita, irradiada ou televisada, ainda é o
processo mais rápido de comunicação, embora a telepatia e a sublimação contêm,
além da morte, com círculos de iniciados, cada vez mais amplos, em elevados
níveis de entendimento.
19 - Justo que a didática, no Mais Além, utilize a lição, o exame, a exposição
prática, os cursos vários de introdução ao conhecimento superior, a disciplina,
o apólogo, a fábula, os exemplos da história e todos os recursos de auxílio aos
companheiros necessitados de conhecimento e motivação para o bem deles
próprios.
20 - Nas comunidades de criaturas desencarnadas, a afinidade é o clima ideal
para a união dos seres, o interesse pela ascensão do espírito aos planos
superiores é a marca de todos aqueles que já despertaram para o respeito a Deus
e para o amor ao próximo, o trabalho do bem é incessante, a religião não tem
dogmatismo, a filosofia acata os melhores pensamentos onde se manifestem, a
ciência é humanitária e o esforço pelo próprio aperfeiçoamento íntimo é impulso
infatigável em todas as criaturas de boa vontade.
22 - Além da morte, a vida continua e, com mais clareza, aí se vê a realidade
da teologia simples que rege a evolução, em tudo o que a evolução possua em
comum com a Natureza: "A cada um segundo as suas próprias obras".
ANDRÉ LUIZ
Uberaba, 17 de junho de 1983.
( Anotações recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, em Uberaba, Minas
Gerais)
Do livro
"CIDADE NO ALÉM"
Pelos Espíritos Lúcius e André Luiz,
Médiuns: HEIGORINA CUNHA (desenhos da cidade via desdobramento)
e FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Editora: IDE
Hospital Espírita de Marília
8 JUL 2013
estinado ao tratamento dos
doentes mentais, que eram vistos então como pessoas violentas e perigosas, e
que por fim, não havendo vagas no então conhecido Juqueri (o mais antigo
Hospital Psiquiátrico do Brasil, construído em 1895 por Francisco Franco da
Rocha), eram aprisionadas nas cadeias públicas, para garantir, desse modo, a
“ordem social”.
Encontrando apoio
imediato dos presentes na criação da instituição, logo se nomeou uma Comissão
para tratar do assunto, composta por Alfeu César Pedrosa, Henrique Barbieri,
Eloy Alves da Silva, Paulo Corrêa de Lara, Dr. Antonio Pereira Manhães, Hygino
Muzzy Filho, Frediano Giometti, Quintino Arnaldo da Silva, Constantino
Marcolino de Souza, Ruy Pedro da Silva e Manoel Pinto Ribeiro, aos quais,
tempos depois, se juntaram Eurípides Soares da Rocha, Amadeu Guedes Monteiro,
Guilherme Person, João Rapado Júnior, Dr. Belisário Bonifácio de Almeida,
Paulino da Silva Lavandeira, Antonio Mezas Martinez, João Neves Camargo e
Sebastião Gonçalves Sobrinho.
O Hospital dispõe de
330 leitos, 260 somente para o SUS
De lá para cá,
pacientes de todo o país e algumas vezes até de outras nações procuraram ali
atendimento. Passados quase dez anos de funcionamento do Hospital nos fundos da
Casa Espírita Luz e Verdade, percebeu-se a necessidade de expansão do
atendimento aos considerados doentes mentais, e, em face disso, o grupo de
trabalhadores logo se movimentou para a construção e inauguração do então
Hospital Espírita de Marília, fato que se deu no dia 18 de julho de 1948. A
missão da instituição era trabalhar com muito amor pelo próximo, baseado nos
ensinos de Jesus e do Espiritismo.
Atualmente, mais de
70 anos depois, o Hospital Espírita de Marília atende pacientes conveniados
pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e particulares; contudo, dos 330 leitos
existentes e em funcionamento diariamente, 260 são exclusivos para atendimento
aos pacientes do SUS.
Com tantos pacientes
de diferentes necessidades, o Hospital divide-se em alas de acordo com a
necessidade de cada paciente: o Hospital de Internação Integral, que tem o
objetivo de retirar pacientes da fase aguda da doença através de tratamento
medicamentoso e psicoterápico, visando também a ressocialização do paciente
estimulando a sua parte sadia através de grupos operativos, entrevistas
individuais, reuniões de comissões internas, terapia ocupacional, passeios e
recreação; o Atendimento a Dependentes Químicos adultos e infanto-juvenis,
respeitando sempre o Estatuto do menor e do adolescente; o Lar Abrigado, localizado
na Vila da Boa Vontade, anexo ao Hospital, contendo 5 casas com capacidade para
33 pacientes de ambos os sexos, que tem como principal objetivo a
desospitalização progressiva através de ações programadas pela equipe
multidisciplinar que busca colocá-los em condições de recomeçar a vida frente à
sociedade.
Há ainda mais duas
unidades, o Hospital-Dia Gabriel Ferreira (foto) e a Unidade Allan Kardec. O
Hospital-Dia, com capacidade para atendimento de até 30 pacientes, tem como
principal função a assistência à saúde mental, que representa um recurso
intermediário entre a hospitalização e o ambulatório, tendo como vantagem
principal a preservação dos vínculos com a família e a comunidade. Nessa
modalidade de assistência o paciente permanece no Hospital no horário das 7h30
às 17h servindo-se de três refeições diárias e fins-de-semana livres.
O tratamento espiritual alia-se ao tratamento médico
A Unidade Allan
Kardec é destinada ao atendimento de pacientes particulares e de convênios, a
fim de libertar o paciente da crise em que se encontra e conscientizá-lo da
doença, permanecendo internado apenas o tempo necessário para conseguir
condições de retornar ao meio sociofamiliar o mais rapidamente possível.
O tratamento médico é
o recomendado pela medicina atual, contando com a utilização dos recursos
medicamentosos e de psicoterapias individuais e grupais, mas o Hospital,
seguindo a orientação espírita, promove também o tratamento espiritual, com
palestras espíritas matinais, de segunda a sábado, sobre temas extraídos d´O
Livro dos Espíritos, com a participação de pacientes de todas as unidades de
tratamento, além da aplicação do passe para os que desejarem e a orientação
espiritual em grupo, uma vez por semana, quando então o paciente pode sanar
possíveis dúvidas. A equipe de palestrantes, orientadores e passistas compõe-se
de diretores e funcionários do próprio hospital e também de voluntários que
frequentam os centros espíritas de Marília.
Ao ser questionado
sobre o que mais dá forças para continuar com o trabalho do hospital no
atendimento aos pacientes que muitas vezes são rejeitados pela sociedade
considerada normal, o presidente do Hospital Espírita de Marília, Vicente
Armentano Júnior, diz que “há uma enorme alegria e satisfação quando consegue
auxiliar aquele irmão que está sofrendo e vê-lo vencer todas as suas
dificuldades e fazer novos progressos em sua vida terrena”.
Área de
convivência
Horta mantida pelo
hospital
O hospital num dia de
festa
Bruno Armentano,
administrador geral do hospital, diz que, além dos pacientes, se faz necessário
um trabalho constante de motivação e comprometimento dos 250 funcionários que
despejam toda a sua energia dia a dia e esse esforço se baseia na principal lei
da existência, a lei do amor.
De acordo com o Evangelho
segundo o Espiritismo, o amor resume toda a doutrina de Jesus, pois é o
sentimento por excelência. A lei do amor substitui a personalidade pela fusão
dos seres e extingue as misérias sociais. “Feliz aquele que, sobrelevando-se à
humanidade, ama com imenso amor os seus irmãos em sofrimento! Feliz aquele que
ama, porque não conhece as angústias da alma, nem as do corpo! Com que direito
exigiríamos de nosso semelhante melhor tratamento, mais indulgência,
benevolência e devotamento, do que lhes damos? A prática dessas máximas leva à
destruição do egoísmo. Quando os homens as tomarem como normas de conduta e
como base de suas instituições, compreenderão a verdadeira fraternidade, e
farão reinar a paz e a justiça entre eles”.
Nota do Autor:
As informações históricas foram retiradas do site da AME Brasil (Associação
Médico Espírita do Brasil www.amebrasil.org.br e
com os entrevistados. Outras informações podem ser obtidas pelo tel. (14)
2105-1466 ou pelo correio eletrônico hem@hem.org.br .
Marcelo Bataglia
Fazer o Evangelho no Lar sozinho
27 JUN 2013
21 - Fazer o
Evangelho no lar sozinho!
Tem algum sentido fazermos Evangelho no Lar s...ozinho, sem a companhia de
amigos ou familiares?
Vai abaixo uma bela história do Chico Xavier que responde a pergunta.
Em meados de 1932, o "Centro Espírita Luiz Gonzaga" estava reduzido a
um quadro de cinco pessoas, José Hermínio Perácio, D. Carmen Pena Perácio, José
Xavier, D. Geni Pena Xavier e o Chico.
Os doentes e obsidiados surgiram sempre, mas, logo depois das primeiras
melhoras, desapareciam como por encanto. Perácio e senhora, contudo, precisavam
transferir-se para Belo Horizonte por impositivos da vida familiar.
O grupo ficou limitado a três companheiros. D. Geni, porém, a esposa de José
Xavier, adoeceu e a casa passou a contar apenas com os dois irmãos.
José, no entanto, era seleiro e, naquela ocasião, foi procurado por um credor
que lhe vendia couros, credor esse que insistia em receber-lhe os serviços
noturnos, numa oficina de arreios, em forma de pagamento. Por isso, apesar de
sua boa vontade, necessitava interromper a frequência ao grupo, pelo menos, por
alguns meses.
Vendo-se sozinho, o Médium também quis ausentar-se.
Mas, na primeira noite, em que se achou a sós no centro, sem saber como agir, Emmanuel
apareceu-lhe e disse:
- Você não pode afastar-se. Prossigamos em serviço.
- Continuar como? Não temos frequentadores...
- E nós? - disse o espírito amigo. - Nós também precisamos ouvir o Evangelho
para reduzir nossos erros. E, além de nós, temos aqui numerosos desencarnados
que precisam de esclarecimento e consolo. Abra a reunião na hora regulamentar,
estudemos juntos a lição do Senhor, e não encerre a sessão antes de duas horas
de trabalho.
Foi assim que, por muitos meses, de 1932 a 1934, o Chico abria o pequeno salão
do Centro e fazia a prece de abertura, às oito da noite em ponto. Em seguida,
abria o "Evangelho Segundo o Espiritismo", ao acaso e lia essa ou
aquela instrução, comentando-a em voz alta.
Por essa ocasião, a vidência nele alcançou maior lucidez. Via e ouvia dezenas
de almas desencarnadas e sofredoras que iam até o grupo, à procura de paz e
refazimento. Escutava-lhes as perguntas e dava-lhes respostas sob a inspiração
direta de Emmanuel.
Para os outros, no entanto, orava, conversava e gesticulava sozinho...
E essas reuniões de um Médium a sós com os desencarnados, no Centro, de portas
iluminadas e abertas, se repetiam todas as noites de segundas e sextas-feiras.
Grupo de estudo
Allan Kardec
Divaldo Franco demonstrando aplicação do Passe
26 JUN 2013
O médium é um missionário?
25 JUN 2013
De modo geral, não. Raros são os medianeiros que, no mundo, se encontram
investidos de mandato mediúnico, ou seja, desempenhando a sua tarefa no campo
da mediunidade, dela fazendo um apostolado.
Quase sempre, os médiuns são almas que, através da oportunidade que o serviço
mediúnico lhes enseja, resgatar pesados débitos cármicos, sem, é claro, nos
referirmos àqueles que, ao invés de fazerem da mediunidade um degrau de
ascensão, convertem-no em um motivo a mais de queda (os que cobram, os que
intermediam para a maldade, etc).
Poderíamos, por outro lado, afirmar que, no cumprimento do dever que lhe
compete, todo médium, sem que seja um espírito missionário, desempenha a missão
de sublimar o próprio destino, levando-se em conta que até uma semente, no
coração da terra é chamada à tarefa da germinação em que nenhuma outra lhe
poderá substituir o esforço.
Para que sempre trabalhe com proveito, dando à sua faculdade medianímica uma
finalidade útil, nenhum médium deve se acreditar superior aos demais,
prevalecendo-se de sua condição na exaltação de si mesmo. Portanto, para a
grande maioria, mediunidade é dever, do qual, infelizmente, muitos desertam
(abandonam), notadamente os que desejariam ser médiuns para seu exclusivo
deleite, olvidando (esquecendo) que os genuínos embaixadores celestes no mundo
sempre foram os que mais sofreram e os que mais serviram.
A idéia de que seja um espírito missionário, pode, não raro, fascinar o médium,
induzindo-o a processos obsessivos de longa duração e inutilizá-lo para o
trabalho compatível com a sua capacidade.
Ansiando pelo mediunato, muitos medianeiros inconscientemente desprezam os
diminutos recursos medianímicos de que são dotados.
Exemplo de mediunidade exercida para ressarcir débito: Yvonne do
Amaral Pereira, dedicou-se com afinco ao trabalho com suicidas, através da
psicografia e do desdobramento, por ter cometido, algumas vezes, esse ato
insano em outras existências. Escreveu vários livros, dentre eles
"Memórias de um suicida", pelo espírito de Camilo Castelo Branco. Seu
exemplo de prudência e bom senso, guardando a obra por quase trinta anos para
certificar-se de quanto ali foi escrito, mereceu de Chico Xavier, que mui sabiamente
a designou "Uma Heroína Silenciosa". Foram quase 84 anos de
apostolado mediúnico.
Divaldo Franco.
A Transição do Planeta Terra
9 JUN 2013
.
Autor: Bezerra de Menezes (espírito)
“A população terrestre alcança a passos largos o expressivo número de sete
bilhões
de seres reencarnados simultaneamente, disputando a oportunidade da
evolução...
Embora as grandes aquisições do conhecimento tecnológico e dos avanços da
ciência na sua multiplicidade de áreas, nestes dias conturbados os valores
transcendentes não têm recebido a necessária consideração dos estudiosos que se
dedicam à análise e à promoção dos recursos humanos, vivendo mais
preocupados com as técnicas do que com o comportamento moral, que é de
suma importância. Por isso, a herança que se transfere para as gerações
novas que ora habitam o planeta diz mais respeito à ganância, ao prazer
dos sentidos físicos, à conquista de espaço de qualquer maneira, dando
lugar à violência e à desordem...
Têm ocupado lugar o materialismo e o utilitarismo, contexto em que muitos
comprazem-se distantes da solidariedade, da compaixão e dos espírito
fraternal, ante a dificuldade da real vivência do amor, conforme ensinado
e vivido por Jesus.
Os indivíduos parecem anestesiados em relação aos tesouros da alma, com as
exceções compreensíveis.
Felizmente, o fim do mundo de que falam as profecias refere-se àquele de
natureza moral, com a ocorrência natural de sucessos trágicos que
arrebatarão comunidades, facultando a renovação, que a ausência do amor
não consegue lograr como seria de desejar...
Esses fenômenos não se encontram programados para tal ou qual período, num
fatalismo aterrador como muitos que ignoram a extensão do amor de Nosso
Pai divulgam, mas para um largo período de transformações, adaptações, acontecimentos
favoráveis à vigência da ordem e da solidariedade entre todos os seres.
É compreensível, portanto, que a ocorrência mais grave esteja, de certo
modo, a depender do livre-arbítrio das próprias criaturas humanas, cuja conduta
poderá apressar ou retardar a sua constituição, suavizando-a ou agravando-a...
Se as mentes, ao invés do egoísmo, da insensatez e da perversidade,
emitissem ondas de bondade e de compaixão, de amor e de misericórdia,
certamente o panorama na Terra seria
outro.
Compreendendo-se a transitoriedade da experiência física, no futuro a
psicosfera do planeta será muito diferente porque as emissões do pensamento
alterarão as faixas vibratórias atuais que contribuirão para a harmonia de
todos e para o aproveitamento do tempo disponível.
O amor de Nosso Pai e a ternura de Jesus para com o Seu rebanho diminuirão
a gravidade dos
acontecimentos, mediante também a compaixão e a misericórdia, embora a severidade
da lei do progresso.
Todos nos encontramos, desencarnados e encarnados, comprometidos com o
programa da transição planetária para melhor.
Por essa razão, todos devemos empenhar-nos no trabalho de transformação
moral interior, envolvendo-nos em luz, de modo que nenhuma treva possa
causar-nos transtorno ou levar-nos a dificultar a marcha da evolução.
Certamente, os espíritos fixados nas paixões degradantes sintonizarão com
ondas vibratórias
próprias a mundos inferiores, para eles transferindo-se por sintonia, onde se tornarão
trabalhadores positivos pelos recursos que já possuem em relação a essas
regiões atrasadas nas quais aprenderão as lições da humildade e do bem proceder.
Tudo se encadeia nas leis divinas, nunca faltando recursos superiores para
o desenvolvimento moral do espírito.
Nesse imenso processo de transformação molecular até a conquista da
angelitude, há vários meios propiciatórios para o crescimento
intelecto-moral, sem as graves injunções desagradáveis. Todos esses meios,
entretanto, têm como base o amor e o
trabalho.
Assim, a divulgação do Espiritismo é de fundamental importância por
demonstrar a todos a imortalidade, a justiça divina, a mediunidade, os mecanismos
de valorização da experiência na reencarnação e o imenso significado de
cada momento existencial. Desse modo, convidemos a todos o aprendizado
pelo amor, à reflexão e ao labor da caridade fraternal com que se
enriquecerão, preparando-se para a libertação inevitável pela
desencarnação, quando
ocorrer.
Louvar e agradecer ao Senhor do Universo pela glória da vida que nos é
concedida e suplicar-Lhe auxílio para sermos fiéis aos postulados do pensamento
de Jesus, nosso Mestre e Guia, constituem deveres nossos em todos os momentos.
Entretanto, todos os trabalhadores do bem devem atentar para o fato de que
experimentarão o aguilhão da dificuldade, sofrerão o apodo e a incompreensão
desenfreada que têm sido preservados pela invigilância dos que nada
contribuem.
Todos serão chamados ao sacrifício, de alguma forma, a fim de demonstrarem
a excelência dos conteúdos evangélicos, considerando-se, por um lado, as
injunções pessoais que exigem reparação e, por outro, a fidelidade que
pede confirmação pelo exemplo.
Que se não estranhem as dificuldades que se apresentam inesperadamente,
causando, não poucas vezes, surpresa e angústia. Por isso, o refúgio da
ração apresenta-se o lugar seguro para reabastecer as forças e seguir com
alegria.
As entidades que se comprazem na volúpia da vampirização das energias dos
encarnados distraídos e insensatos, voltam-se contra os emissários de
Jesus onde se encontrem, gerando conflitos em sua volta e agredindo-os com
ferocidade. O trabalhador do Mestre, por sua vez,
deve voltar-se para a alegria do serviço, agradecendo aos Céus a oportunidade auto
iluminativa, sem que nisso ocorra qualquer expressão de masoquismo.
Aliás, constitui-nos uma honra qualquer sofrimento por amor ao ideal da
verdade, à construção do mundo novo.
Que o discernimento superior possa assinalar-nos a todos, e que os mais
valiosos recursos que se possuam sejam colocados à disposição do Senhor da
Vinha que segue à frente.”
Dr. Bezerra de Menezes (espírito) em Amanhecer de uma nova era, de Manoel
Philomeno
de Miranda (espírito), psicografia de Divaldo Franco.
Como é e onde fica o mundo espiritual de povos e continentes diferentes?
9 JUN 2013
Muitos acham que o mundo espiritual é uma nuvem, uma fumaça ou coisa parecida.
Outros acreditam, que só tem o Nosso Lar. Mas, André Luiz retrata um mundo
espiritual palpável e lógico. Todos os dias desencarnam milhões de espíritos.
Cada caravana tem seu costume, cultura, linguagem, etc. Uns são japoneses,
outros chineses, africanos, etc. O mundo espiritual fica próximo da Crosta da
Terra e é semelhante ao ambiente da qual os desencarnados estavam acostumados.
Exemplo: A cidade espiritual que está pertinho de Belo Horizonte é quase uma
Belo Horizonte. A cidade espiritual que fica próximo de Hong Kong é quase uma
Hong Kong, não podia ser diferente. Imaginemos se um índio do Xingu desencarnar
e for levado para uma biblioteca que só tem livros em francês. Ele se sentirá
inadaptado, constrangido e até humilhado. Então, o mundo espiritual que André
Luiz relata é condizente a sabedoria e amor de Deus. Se uma professora da Terra
distribui os alunos de forma que possa ajudá-los, imaginemos Deus.
Haroldo Dutra
Fonte: GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC
Espiritismo e Vida
9 JUN 2013
O Espiritismo, meus irmãos, é a luz que verte do Alto na grande noite da humanidade,
para nos apontar o caminho na escuridão.
O Espiritismo, é Jesus de volta, que nos vem convidar a reflexões muito
profundas a respeito do que somos - Espíritos imortais - de como estamos -
corpos transitórios - e para onde vamos - na direção da pátria,
conscientizando-nos que a lei que deve viger em todas as nossas atitudes é a
lei de amor. Este amor, porém, que é lei natural e está em todo o Universo,
porque é a lei do equilíbrio.
Quando, realmente, nos deixarmos penetrar pela proposta de Jesus, quando
legitimamente nos permitirmos mimetizar pelo Seu dúlcido olhar, feito de
misericórdia e de compaixão, uma nova conduta se estabelecerá em nossas vidas,
e aprenderemos, por fim, a seguir com equilíbrio pela estrada libertadora. O
Espiritismo, anunciado pelo Mestre, chega na hora predita para atender o
rebanho aturdido que, tresmalhado, aguarda o cajado do Bom Pastor.
Ele veio, meus filhos, e convocou-nos a uma nova ordem de pensamento e de
conduta. A Sua voz, de quebrada em quebrada, chegou até estes dias, para que
tivéssemos um roteiro de segurança, para não mais incidirmos ou reincidirmos
nos delitos a que nos vinculamos.
Da primeira vez, iludidos, fascinados, atormentados, deformamo-lhes os
ensinamentos, adaptando-os aos nossos interesses escusos. Mas Ele não cessou de
nos enviar embaixadores encarregados de recordar-nos Seu amor inefável até
quando Allan Kardec nos trouxe desvelado, o Evangelho para vestir nossa alma
com a luz mirífica das estrelas.
Tenhamos cuidado com a prática espírita!
O Consolador não se deterá, mesmo que os homens coloquem pelos caminhos impedimentos
à sua marcha, dificuldades ao processo evolutivo, porque Cristo vela!
O Espiritismo, meus filhos, é doutrina dos Espíritos para os homens.
Espíritos, por sua vez reencarnados, comprometidos com a instalação na Terra do
reino do amor, da justiça e da caridade.
Tende tento!
Meditai profundamente na palavra de ordem e de razão que deflui do Evangelho
vivo e, se por certo, estais sendo chamados para o rebanho, esforçai-vos para
atender ao convite, e lutai até o sacrifício para serdes escolhidos.
Recebeis farta messe de luz; distribuí-a pelo mundo estróina.
Sois aquinhoados com o conhecimento libertador; passai-o adiante através da voz
eloqüente dos vossos atos e pela palavra austera dos vossos sentimentos.
Jesus espera! Como nós confiamos nEle e Lhe pedimos apoio, Ele confia em nós, e
nos pede fidelidade.
Os Espíritos amigos, vossos anjos guardiães e companheiros de jornada, aqui
estamos para sustentar-vos nos testemunhos, para dar-vos força, para que
possais vencer com idealismo, de maneira estóica.
Não adieis o momento de ajudar, não procrastineis a hora de servir e,
integrados na falange do bem, cantai, cantai ao Senhor, mesmo que lágrimas
escorram pelos vossos olhos e dores macerem vossos corações.
Cantai um hino de júbilo e de liberdade, demonstrando que na cruz os braços
estão abertos para afagar, dando testemunho que pode aquilatar o valor de quem
ama.
Que o Senhor de bênçãos vos abençoe, e que a paz prossiga convosco, suavizando
vossas lutas e dores! São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,
Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Divaldo Franco
A Escola do Coração
31 MAI 2013
O lar, na
essência, é academia da alma.
Dentro dele, todos
os sentimentos funcionam por matérias educativas.
A responsabilidade
governa.
A afeição inspira.
O dever obriga.
O trabalho
soluciona.
A necessidade
propõe.
A cooperação resolve.
O desafio provoca.
A bondade auxilia.
A ingratidão
espanca.
O perdão
balsamiza.
A doença corrige.
O cuidado
preserva.
A renúncia
liberta.
A ilusão ensombra.
A dor ilumina.
A exigência
destrói.
A humildade
refunde.
A luta renova.
A experiência edifica.
Todas as
disciplinas referentes ao aprimoramento do cérebro são facilmente encontradas
nas universidades da Terra, mas a família é a escola do coração, erguendo entes
amados à condição de professores do espírito.
E somente nela
conseguimos compreender que as diversas posições afetivas, que adotamos na
esfera convencional, são apenas caminhos para a verdadeira fraternidade que nos
irmana a todos, no amor puro, em sagrada união, diante de Deus.
Francisco
Cândido Xavier
Espírito
Emmanuel
Crítica Literária: Dimensões Espirituais do Centro Espírita
20 MAI 2013
Autor: Suely Caldas Schubert
Médium: (não mediúnico)
Editora: Feb
Número de Páginas: 319
Lançamento: 2006
Análise de Marcus De Mario*
Existem obras que são consideradas
referências, indispensáveis e recomendadas a todos os que se interessam pelo
assunto que a referida obra trata. É o caso de Dimensões Espirituais do
Centro Espírita, escrito por Suely Caldas Schubert. Mesmo para quem estuda há
muito tempo o Espiritismo, e está engajado ativamente no Centro Espírita, o conteúdo
desse excelente livro surpreende positavemnte, pois a autora - muito conhecida
pelos seus outros livros, além da realização de palestras e seminários por todo
o país - reuniu larga e profunda pesquisa nas obras psicografadas pelos médiuns
Chico Xavier, Divaldo Franco e Yvonne Pereira, trazendo ao leitor conteúdo
valiosíssimo para conhecer a realidade espiritual do Centro Espírita. Isso
somado à experiência mediúnica da própria autora, faz do livro uma obra
indispensável para dirigentes e trabalhadores espíritas.
A abordagem dos assuntos é didática, com transcrições pertinentes e comentários
que levam o leitor a profundas reflexões sobre a ação dos Espíritos nas
atividades do Centro Espírita, e a responsabilidade dos seus cooperadores
encarnados, principalmente nas reuniões mediúnicas, para a melhor sintonia com
os benfeitores espirituais.
A autora nos remete o tempo todo para a importância do Espiritismo e do Centro
Espírita, ressaltando a base fundamental que é o amor ao próximo, nas legítimas
lições do Evangelho, conforme os ensinos e exemplos de nosso Mestre Jesus, que
não podem deixar de ser prioridade nas lides espíritas, pois somente o amor
pode renovar o homem e a humanidade. Também nos encanta a facilidade com que a
autora cotejou textos dos espíritos André Luiz, Manoel Philomeno de Miranda e
outros, mostrando a fidelidade do pensamento desses autores espirituais
com os textos de Allan Kardec, base do Espiritismo. Aliás, neste ponto está um
dos grandes méritos da obra, ao nos entregar estudos que entrelaçam os ensinos
dos Espíritos, de Kardec e de Jesus.
Esclarece Suely Caldas Schubert sobre os alicerces espirituais do Centro
Espírita, como se dá nos planos espirituais superiores a escolha do Mentor da
casa, e os recursos magnéticos protetores do núcleo espírita, isso nos
primeiros três capítulos, esclarecendo que nada acontece sem a proteção e
controle dos benfeitiores espirituais, mas advertindo que eles respeitam nosso
livre-arbítrio, por isso a necessidade de estudo, fé e vigilância constantes.
Na sequência da obra a autora desdobra a ambiência espiritual e a ação dos
espíritos durante diversas atividades desenvolvidas pela instituição espírita:
o serviço de passe, a reunião mediúnica, a psicofonia, a obsessão, o
desdobramento mediúnico, o animismo. Dedica um capítulo para estudar o trabalho
do médium Chico Xavier na recepção das chamadas cartas mediúnicas de jovens
recém-desencarnados, com depoimento emocionante e conclusivo quanto à ação
inequívoca dos amigos espirituais a nosso favor. Destaca igualmente a
necessidade e amplitude de reuniões mediúnicas para os espíritos suicidas, que
possuem trabalho especialíssimo dos benfeitores espirituais, sobre os quais
realiza, em outro capítulo, belíssimo estudo.
Na introdução, temos uma séria advertência:
"Costumamos frequentar o Centro Espírita durante anos sem atentarmos para
aspectos mais profundos da sua importância, pois o vemos apenas como o local
onde vamos buscar ajuda, consolo, amparo e esclarecimento e onde se tem um bom
ambiente espiritual, apropriado para as reuniões espíritas. Não nos damos conta
de toda a complexa estrutura espiritual que mantém uma sede de atividades
espíritas, no âmbito dos encarnados, para que ela possa atuar nos dois
planos da vida. Entretanto, há alguns anos, estamos sendo conscientizados,
principalmente através de mensagens dos instrutores espirituais, do que é, na
realidade, o Centro Espírita e a prememte necessidade que temos de adequá-lo e
preservá-lo de acordo com as diretrizes da Codificação, bem como dos cuidados
com que a Espiritualidade Maior cerca e dispensa, ao longo do tempo, aos
núcleos espíritas que estão incluídos entre os que são merecedores dessas
providências, pelo trabalho sério, nobre e edificante que realizam".
Sim, existem centros espíritas e "clubes" espíritas, ou seja, aquelas
instituições espíritas onde prevalece o achismo, a centralização de poder, a
falta de estudo e de evangelização, com práticas em desacordo com a
Codificação. Naturalmente essas instituições não podem merecer o amparo e dedicação
dos Espíritos Benfeitores, que neles não encontram os elementos indispensáveis
para essa proteção, ficando, portanto, essas instituições e seus trabalhadores
à mercê de outros espíritos, moralmente inferiores e pseudo-sábios que, pelos
fios sutis da obsessão vão comandando as atividades e ridicularizando o próprio
Espiritismo. O capítulo 21 do livro é dedicado a esse assunto, vale a pena a
atenta leitura.
Como dia o Espírito Manoel Philomeno de Miranda no livro Tormentos da Obsessão,
psicografado por Divaldo Franco: "Diferença psíquica significativa
tem que apresentar a Casa Espírita em relação a outros recintos de qualquer
natureza, atestando, dessa forma, as qualidades dos seus trabalhadores
espirituais e o tipo de finalidade a que se destina".
Encerro esta análise recomendando o livro Dimensões Espirituais do Centro
Espírita, de Suely Caldas Schubert, e passando ao leitor as magníficas palavras
da autora no trecho final da obra, quando fala sobre os Desafios do Centro
Espírita no Tereceiro Milênio, em que destaca a tríade "Espiritizar,
Qualificar, Humanizar" trazida pela benfeitora espiritual Joanna de
Ângelis através do médium Divaldo Pereira Franco:
"O hoje é véspera de bênçãos se soubermos preparar o amanhã que não tarda.
Lançando um olhar ao futuro, anelo que o Espiritismo, como Terceira Revelação
de Deus à Humanidade, cumpra o seu desiderato. "O Espiritismo será o que o
fizerem os homens", adverte Léon Denis. Antevejo esse radioso dia, quando
todos estivermos unidos, solidários, quando o amor sobrepujar nossas falhas e
nos transformar definitivamente".
Boa leitura.
*Marcus De Mario é escritor,
consultor educacional e empresarial e colaborador do Centro Espírita Humildade
e Amor (Rio/RJ) e da Rádio Rio de Janeiro.
Obra Individual
10 MAI 2013
"Saiba que aquele que fizer
converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma e cobrirá
uma multidão de pecados." - (TIAGO, 5:20.)
Quando um homem comete uma
ação má, os reflexos dela perduram, por muito tempo, na atmosfera espiritual em
que ele vive.
A criatura ignorante que a observa se
faz pior.
Os olhos menos benevolentes que a
vêem se tornam mais duros.
O homem quase retificado que a
identifica estaciona e desanima.
O missionário do bem que a surpreende
encontra mais dificuldades para socorrer os outros.
Em derredor de um gesto descaridoso,
congregam-se a indisciplina, o despeito, a revolta e a vingança, associando-se
em operações mentais malignas e destrutivas.
Uma boa ação, contudo, edifica e
ilumina sempre.
A criatura ignorante que a observa
aprende a elevar-se.
Os olhos menos benevolentes que a
vêem recebem nova claridade para a vida íntima.
O homem quase retificado que a
identifica adquire mais fortaleza para restaurar-se.
O missionário do bem que a surpreende
nela se exalta, a benefício do seu apostolado de luz.
Em torno da manifestação cristã,
enlaçam-se a gratidão, a alegria, a esperança e o otimismo, organizando
criações mentais iluminativas e santificantes.
Se desejas, portanto,
propagar o espírito sublime do Cristianismo, atende à obra individual com
Jesus.
Afasta os corações amados do campo
escuro do erro, através de teus atos que constituem lições vivas do amor
edificante.
Recorda-te de que pela
conversão verdadeira e substancial de um só espírito ao Infinito Bem, escuras
multidões de males poderão desaparecer para sempre.
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Vinha de Luz
PELO ESPÍRITO
EMMANUEL
PAZ E BEM.
Espiritismo Estudado
30 ABR 2014
Autor: Vianna de Carvalho (espírito)
Impostergável, nos cometimentos
diários, o dever de estudar e aplicar as nobres lições do
Espiritismo, no atual estágio da
evolução do pensamento.
À medida que as luzes da Doutrina
Espírita clarificam o entendimento humano, mais
imperioso se torna o cultivo das
informações que ressumam da Revelação, a fim de que a
ignorância em torno dos problemas do
espírito seja em definitivo combatida.
A responsabilidade dos que travaram
contato com a Mensagem de Jesus, desvelada e
atualizada pelos Espíritos, é muito
grande, pois que àquele que usufrui a bênção do
esclarecimento não se pode conceder a
indulgência da leviandade, nem tampouco a
reprochável conduta da indiferença em
face das magnas questões que se agigantam em todo
lugar.
Até hoje o egoísmo tem exercido sobre
o espírito humano um soberano comando, O Espiritismo, preconizando o amor que
liberta e a fraternidade que socorre, é o mais severo adversário desse sicário
destruidor.
Todavia, para que o adepto do
Espiritismo se integre realmente no espírito da Doutrina, exige
se-lhe aprofundamento intelectual no
conteúdo da informação espírita, de modo a poder
corporificá-la conscientemente no comportamento
moral e social, na jornada diária.
Nesse sentido, há que fazer justa
quão indispensável diferença entre o Espiritismo e o
Movimento Espírita.
Vigem, em muitos setores da prática
espiritista, normas e diretrizes ultrajantes à Mensagem de que Allan Kardec foi
instrumento do Alto, seja por negligência de muitos dos seus membros, seja pela
crassa ignorância daqueles que assumem responsabilidades definidas, ante os dispositivos
abraçados, sem os necessários recursos culturais indispensáveis.
Ante a grandeza da Revelação, por
estarem acostumados às limitações típicas das seitas do
passado, ou porque ainda vinculados
às superstições nefandas dos dias recuados, muitos
pseudo-espiritas pretendem reduzir a
grandeza imensurável do Espiritismo à estreiteza de uma nova seita, em cujo
organismo grassem os erros derivados da incompetência e do
abastardamento, de que o
desconhecimento da Codificação se faz motivação poderosa.
O Movimento Espírita é o resultado do
labor dos homens, enquanto o Espiritismo é a Doutrina
dos Espíritos dirigida aos homens.
O Espiritismo, pois, não cessemos de
repetir, é ciência de observação e investigação incessante.
Tateamos agora as primeiras
constatações, ante o infinito das realidades que ele busca, devassa e esclarece.
Há, ainda e continuamente, infindo campo de informação a perquirir e constatar
no eloqüente continente da vida espiritual.
Estudado, o Espiritismo dealba a
antemanhã luminosa da humanidade do futuro, desde agora.
Como Filosofia, a sua escola de
indagação não se limita às linhas clássicas da discussão, nem se
empareda na estreiteza dos conceitos ultramontanos
ou do debate limitado, porquanto
estas não são as primeiras nem as
últimas palavras das elucidações que faculta, nem dos
esclarecimentos que oferta.
Religião da ciência, como ciência da
filosofia, é, ao mesmo tempo, a filosofia da religião, e sua
ética não se estratifica na
moralidade da convenções transitórias, nem se resume a
dogmas atentatórios à razão.
Com fundamentos na Revelação
Moisaica, através do insubstituível código do Decálogo,
sempre oportuno e novo em toda a sua elaboração
— segurança para cada homem e
arbítrio para todas as nações —
abranda, com a excelsa beleza do Evangelho do Cristo, a
aspereza severa das antigas leis de
Talião, dando cumprimento às promessas dos Profetas e de
Jesus.
Doutrina que acompanha o progresso do
Conhecimento e estimula novas formas de
averiguação e pesquisa, não se detém
nas conquistas conseguidas, antes projeta para o
mundo das causas as suas alocuções
filosóficas, facultando empreendimentos mais audaciosos e profundos, tendo em
vista o investimento homem — esse objetivo essencial da sua obstinada busca
transcendental.
Convertê-lo em resíduo seitista é
desfigurá-lo danosamente, ceifando os elevados objetivos a
que se propõe. Mantê-lo em círculo de
mediunismo desregrado, significa desconsiderá-
lo no aspecto superior das suas
realizações: o da pesquisa científica, por cujos roteiros a ciência e a fé se
unirão na romagem para a vida e para Deus.
É verdade que se alastram formas
primitivas de mediunismo em toda parte, merecendo esta
questão mais cuidadoso exame, para
melhor serem debeladas as nefastas conseqüências de
tal fenômeno. E, por essa razão,
maior deve ser o nosso empenho na sadia divulgação dos
postulados espíritas, lavrados no
estudo sistemático e constante do contexto doutrinário,
para que o medicamento com que
pretendemos amenizar ou erradicar os males morais da
sociedade hodierna, não venha a
produzir maiores danos, como resultado da sua má
dosagem e aplicação.
A princípio, o Cristianismo foi
eficiente remédio aplicado sobre as feridas do Paganismo. A
indiscriminada e irracional
utilização da Doutrina do Cristo, deformada nos seus pontos básicos, sobre as
chagas sociais da época, produziu cânceres mais virulentos do que aqueles que visava
a combater e de cujos danos ainda sofrem as comunidades modernas…
Fenômeno consentâneo pode ocorrer
nestes dias com o Espiritismo… Sem dúvida, a Doutrina é irreversível e sadia.
Todavia, a Boa Nova também o é. . .
Dilatam-se as referências espíritas
no organismo social do momento; multiplicam-se as Casas
Espíritas; há adesões em massa ao
Espiritismo; surgem os primeiros sintomas de cultos
espíritas; aparecem fartas concessões
ao Espiritismo. . . Respeitando e considerando todas
as formas de divulgação, não nos
podemos furtar à conclusão de que a quantidade tem
recebido maior valorização do que a
qualidade, que deve manter o caráter específico de pureza que não podemos
subestimar.
O movimento espírita cresce e se
propaga, mas a Doutrina Espírita permanece ignorada, quando não adulterada em
muitos dos seus postulados, ressalvadas as excelentes e incontáveis exceções.
O que se possa lucrar pela quantidade
pode redundar em prejuízo na qualidade.
No que diz respeito ao capítulo das
obsessões, aventureiros inescrupulosos se intrometem,
inspirados por mentes desencarnadas
afeiçoadas à lavoura da perturbação, fazendo que
promovam espetáculos lamentáveis, nos
quais a mediunidade se transforma em chaga espiritual, por cuja purulência
exsudam as misérias pretéritas…
Alardeiam perseguições, esses
malfazejos diretores de trabalhos, e, em nome do
esclarecimento, apavoram os neófitos,
fazendo que, pelo medo e através do desconhecimento
do Espiritismo, se vinculem aos seus
desafetos desencarnados, mediante a fixação mental ou ao pavor que os dominam,
após as incursões inconscientes em misteres de tal monta.
O Espiritismo é doutrina de otimismo,
de educação integral, de higiene mental e moral. É
o retorno do Cristo ao atormentado
homem do século ciclópico da Tecnologia, através dos seus emissários, renovando
a Terra e multiplicando a esperança e a paz nas mentes e nos corações que Lhe
permaneçam fiéis.
Nos redutos em que o estudo da
Doutrina Espírita é considerado desnecessário, afirma-se
que êle se faz adversário da cultura
e, a pretexto de auxílio aos que sofrem, atenta-se contra a
ciência médica, principalmente,
reduzindo-o a superstição danosa e inconseqüente.
Destinado aos infelizes, estes não são apenas os que sofrem as dificuldades
econômicas e são
conhecidos como constituintes das
c1asses humildes. A dor não se limita a questões de
circunstância, tempo e lugar. Dessa
maneira, não prescreve a ignorância, mas proscreve-a.
lmpostergável, portanto, o
compromisso que temos, todos nós, desencarnados e encarnados,
de estudar e divulgar o Espiritismo
nas bases nobres com que no-lo apresentou Allan Kardec,
a fim de que o Consolador, de que se
faz instrumento, não apenas enxugue em nós os
suores e as lágrimas, mas faça
estancar, nas fontes do sofrimento, as causas de todas as
aflições que produzem as lágrimas e
os suores.
Nesta aferição de valores, para o
elevado mister da divulgação espírita, oremos e vigiemos,
conforme a recomendação do Mestre, para que nos desincumbamos a contento do
cometimento aceito, dando conta da nossa responsabilidade, com o espírito
tranqüilo e a mente pacificada.
Psicografia de Divaldo Franco
Escola Bendita
30 ABR 2014
" / Bezerra
de Menezes
...somos uma grande família com
responsabilidades definidas e compromissos graves, solicitando-nos
entendimento e dedicação. Obra de sacrifício pessoal e devotamento
incessante que não podemos esquecer.
...as tarefas programadas para a
quadra presente do estágio humano são estas de fato – as tarefas da
Humanidade em que naturalmente vos distinguireis pelo espírito de
consagração à Causa do Bem.
...amparemos-nos uns nos outros.
...sejamos a escora daquele que
fraqueja e o consolo de quantos se encontrem às portas do desalento,
porque, em verdade, cada um de nós tem os seus dias de testes maiores, à
frente da aflição, com a necessidade premente de apoio, perante aqueles que
nos partilhem a experiência.
...cada um de nós está vinculado
a situações determinadas quanto a dar e receber.
E para que venhamos a receber é
preciso dar e dar sempre, com o bem aos outros, para que o bem nos escolte
em nosso combate bendito objetivando evitar a vitória do mal, com a vitória
do bem que partirá invariavelmente de nós mesmos.
pelo Espírito Bezerra de Menezes
- Do livro: Bezerra, Chico e Você, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Transformação
Interior e o Mundo de Regeneração
Autor: Manoel Philomeno de Miranda
(espírito)
“A fim de que o mundo se transforme é
necessário que haja a modificação do ser humano para melhor, por ser a célula
máter da sociedade. Enquanto mantiver a enfermidade espiritual resultante do
atraso evolutivo, nenhuma força externa conseguirá alterar a marcha moral do
planeta, desde que os seus habitantes recusem-se à transformação interior.
Os momentos que vivemos são de esforço
autoiluminativo, graças às revelações que descem à Terra com maior frequência e
às informações seguras em torno do processo de mudança, oferecendo a visão do
futuro que a todos nos espera.
As lições do Mestre de Nazaré, desde
há dois mil anos, convocam-nos ao procedimento moral correto, à convivência
pacífica e ao cumprimento dos deveres de solidariedade e apoio aos que se
encontram na retaguarda da ignorância, ou sofrendo os necessários fenômenos de
recuperação pela dor, mediante os testemunhos, através das experiências
aflitivas…
Cada um deve preparar-se para
acompanhar a marcha do progresso, integrando a legião dos construtores do novo
período da Humanidade. Anunciado por Jesus esse período de transição, tanto
como referendado pelo Apocalipse, narrado por João evangelista e os profetas
que se manifestaram a esse respeito ao longo da História, chega o momento de
cumprir-se os divinos desígnios que reservam para a Terra generosa o destino
regenerador, sem as marcas do sofrimento na sua feição pungitiva e desesperadora.
As forças do mal, porém, teimam em
manter o quadro atual de desolação, ao lado dos abusos de toda ordem, porque
pretendem continuar explorando psiquicamente os incautos que se lhes vinculam
através dos hábitos doentios em que se comprazem na ilusão material.
A morte inevitável, porém, a todos
arrebata, e quando despertam no além-túmulo, estorcegam na realidade,
lamentando os equívocos e necessitando de oportunidade para reparação. Esse não
mais se dará no planeta Terra, que deixará de ser de provas, mas em outro de
natureza inferior, onde se deverá expungir a maldade e a falência moral em
situação muito mais aflitiva e mais amarga.”
Psicografia de Divaldo Franco
Livro: Amanhecer de uma nova era
Sugadores de energia
20 MAR 2013
Parece mentira, mas há pessoas que
parecem “sugar” energia da gente! O Ph. D. em Administração de Empresa
Luiz Almeida Marins Filho, relatou em um dos seus livros, que certa vez
estava muito bem, alegre e satisfeito. E encontrou-se num shopping com um
amigo e em meia hora de conversa, o amigo deixou-o um verdadeiro “trapo”, deprimido,
triste. Depois ficou pensando no que aconteceu e logo percebeu que aquela
conversa horrível do “amigo”, falando só de doenças, roubos, estupros, filho
de amigos que haviam caído no vício, desemprego, falta de dinheiro, etc.
acabou roubando-lhe a sua energia positiva! Quando acabou a conversa (onde só
o amigo falou) ele parecia estar melhor do que nunca e, digo o Dr. Luiz, eu…
em profunda depressão. Cuidado com esses “sugadores de energia positiva”.
Eles estão em todo o lugar: no trabalho, na família, na roda de amigos. Eles
só sabem falar de desgraças. Só leem obituário dos jornais e a seção de
crimes horrendos, Grava em vídeo o noticiário policial. Fazem estatísticas e
sabem de cor quantos sequestros ainda não foram desvendados, quantas crianças
continuam desaparecidas, quantos sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-tudo
existem no mundo! Essas são aquelas pessoas que quando você propõe um
piquenique elas logo dizem: “- Vai chover!”. São pessoas que azedam baldes de
sal-de fruta. Eles são sempre “do contra”. Avisam que “não vai dar certo” e
torcem para que nada aconteça. Depois dizem: “- Eu sabia que não ia dar
certo…”. Esses “sugadores de energia” vivem da energia alheia e é muito
difícil conviver com alguém “puxando você pra baixo” o tempo todo. Não seja
você também um “sugador de energia” Que felicidade que seria a nossa, se
aprendêssemos a expulsar da nossa memória as coisas desagradáveis, ideias
tristes e deprimentes. Com certeza, nossa força iria multiplicar se
pudéssemos conservar só os pensamentos que elevam e animam.
....
Há pessoas que não podem se lembrar
das coisas agradáveis. Quando nos encontram, tem sempre algo de triste a
contar. Com qualquer mal que sofreram, se angustiam muito. Como se não
bastasse, se preocupam até com que vão sofrer… Sabem lembrar-se só de fatos
discordantes. Dão a ideia de um armazém de quinquilharias, objetos inúteis e
deteriorados. Retém tudo mentalmente, com medo de precisarem uma vez ou
outra, disto ou daquilo, de maneira que o seu armazém mental está Bastaria
que estas pessoas fizessem uma limpeza regular, que as livrassem dos montões
inúteis e depois, organizassem o que sobrou, para terem êxitos. No entanto,
não são incomuns, pessoas que se “enterraram” na infelicidade e na
desarmonia. Outras, fazem exatamente o contrário. Falam sempre de coisas
agradáveis e interessantes experiências que têm feito. São indivíduos que
passaram até perdas, aflições, mas falam delas tão poucas vezes, que parece
nunca terem tido na vida, senão boa sorte e amigos. Estas pessoas fazem-se
amar. O hábito de mostrar aos outros o nosso aspecto positivo, é o
resultado do nosso equilíbrio interior. Quando estamos tristes por
algum sofrimento, devemos procurar a sua causa para eliminá-lo. Geralmente,
porém, quando sofremos, buscamos a causa fora de nós. Vemos pessoas se
queixando que tem má sorte, suspeitando que seu vizinho seja a causa, porque
não se dá com ele, ao passo que ele é bem favorecido com a sorte nos
negócios, na vida familiar, sendo estimado inclusive, pelos conhecidos. Se
examinarmos as circunstâncias da vida destas pessoas, verificaremos que a
queixosa é negligente, gastadora, intolerante nas opiniões e indisciplinada,
ao passo que a outra pessoa é cumpridora dos seus deveres, econômica,
modesta, não calunia, nem adula. Emprega bem o seu tempo disponível lendo
bons livros, fazendo cursos, esportes, ajudando seu próximo, sendo útil. Por
isso, é estimada. Ao passo que a queixosa, está sempre perdendo (tempo,
trabalho, fregueses, dinheiro, a família e os amigos), e sempre não tem tempo.
Vamos eliminar dos nossos corações, a desconfiança, o ódio, a inveja e a
descrença e vamos cultivar a alegria, a fé e a crença no amor e na Justiça
Divina, e será certo que venceremos na luta que a vida nos destina.
NECESSIDADE DE UMA CARGA ENERGÉTICA
VITAL
Todos
nós possuímos necessidade de uma carga energética vital para nutrir nossos
corpos físico e espiritual. À medida que gastamos a carga energética vital
ela deve ser reposta, os mecanismos naturais de recomposição (respiração,
alimentação, absorção fluido Universal cósmico universal e fluidos vitais
através dos chacras, que será transformado
A reposição dessa carga energética
vital na quantidade mínima que necessitamos para manter a vida depende de
vários fatores, tais como: o modo de vida, o meio, a qualidade dos
pensamentos, dos sentimentos, das sensações, entre outros.
NUTRIÇÃO ENERGÉTICA
Uma parte da energia que
precisamos nós obtemos através da alimentação, ou seja, através de comida
sólida e líquida, o arroz-feijão de cada dia. Outra parte das energias vitais
absorvemos através da respiração. Porém, a maior parte de energia Vital que
necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido
diretamente pelo perispírito através dos centros de forças. Nossa nutrição
energética acontece, em geral, de modo inconsciente, automático, orientado e
regulado pela própria inteligência instintiva dos nossos corpos físico e
espiritual.
A RELAÇÃO ENTRE SENTIMENTOS E A
PRODUÇÃO DE FLUIDO VITAL
Como vimos a maior parte de energia Vital que
necessitamos é extraído do Fluido Cósmico Universal que é absorvido
diretamente pelo perispírito através dos centros de forças. O Fluído Cósmico
Universal é absorvido por todos os centros de forças, porém os chacras
intermediários do perispírito são os responsáveis de transformá-lo em Fluído
Vital Espiritual para metabolização no perispírito e depois é canalizado para
o duplo-etérico para densificá-lo, transformando-o em Fluído Vital Físico e
direcionando-o para o organismo, com maior ou menor intensidade, de acordo com
os sentimentos da criatura. Quando obstruímos os chacras, principalmente o
chacra esplênico, bloqueamos a maior parte de entrada de energia vital.
Quando temos bons sentimentos estamos sempre com o nosso nível de fluido
vital no máximo. Quando alternamos entre bons e maus sentimentos ficamos com
nível intermediário. Quando a maior parte do tempo cultivamos maus
sentimentos o nosso nível de fluido vital fica no nível mínimo.
PARA EVITAR CARÊNCIA DA CARGA
ENERGÉTICA
Para não termos carência da carga
energética vital devemos:
1º. Alimentar-se de forma adequada
(Vitaminas e Minerais);
2º. Combater e eliminar os vícios;
3º. Melhorar os pensamentos e os
sentimentos.
Quando nos alimentamos de forma
inadequada, ingerindo alimentos pobres em vitaminas e minerais provocamos
desnutrição energética. Fumar, se embriagar, se drogar, etc., gastam muita
energia vital causando desnutrição energética. Porém, a pior desnutrição
energética é provocada por sentimentos negativos. Por isso, melhorar os
pensamentos e os sentimentos são fatores importantes e fundamentais para
preservar os níveis e fluxos energéticos, porque mantém os chacras livres das
energias densas produzidas pelos sentimentos negativos que bloqueiam os
chacras impedindo a produção de fluidos vitais.
TROCA ENERGÉTICA
Quando nos aproximamos de
outra pessoa sempre ocorrerá uma simbiose energética. Por isso estamos
permanentemente trocando energias com outras pessoas, tais como as que vivem
nossas casas, no ambiente de trabalho, nos locais públicos. Ao mesmo tempo,
cada um de nós interage com outros seres humanos que de nós se aproximam,
estabelecendo com eles os mais variados tipos de combinações energéticas,
influenciando-os e por eles sendo influenciados. De forma permanente trocamos
energias com sistemas externos, tais como nossas casas, ambiente de trabalho,
nos locais públicos.
DIFICULDADES NA PRODUÇÃO DE ENERGIA
VITAL
Como
vimos, quando se obstrui ou fecha o chacra esplênico, bloqueia-se a maior
parte da entrada de energia vital, e a pessoa passa perder força vital e não
mais produz uma impressão vigorosa. A pessoa passa a agir como se não
estivesse “presente”. Estará por baixo em matéria de energia e ficará
enfermiça. Faltar-lhe-á força física. A pessoa fica sem estrutura para se
identificar, fecha-se no mundo, vive no passado, sem alegria, sem satisfação.
Há perda de apetite, ansiedade, aflição, palpitação, angústia, desespero,
medo, pânico. Falta de equilíbrio emocional, falta de ânimo, falta de força,
desgaste físico. Falta de criatividade, dificuldade de expressão. A pessoa se
fecha, não consegue se livrar da angústia.
SUGADORES DE ENERGIAS
Pessoas físicas e
psicologicamente sadias e equilibradas nutrem-se, diretamente, nas fontes
naturais de energia. Mas, as pessoas desequilibradas, que, por terem perdido
o contato com a sua própria natureza interna mais profunda, perderam, também,
a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural, precisam,
para sobreviver, por em prática um expediente horrível: sugar a energia vital
de outras pessoas. Estas pessoas são chamadas de “sugadores de energias”. As
características de um sugador são muitas. Mas, a principal e da qual todas as
demais derivam, é o egocentrismo.
Quanto mais a pessoa estiver
voltada para si mesma, concentrada em si mesma, mais ela terá dificuldade
para estabelecer contato com fontes naturais de nutrição energética e maior
será sua tendência para sugar energia vital dos outros.
MECANISMO DOS SUGADORES DE ENERGIA
No caso dos sugadores de
energia ocorrerá que ele praticamente não terá energia para transmitir. As
pessoas se tornam Sugadoras de Energia porque absorvem a energia do outro e
por estarem debilitadas, metabolizam e consomem toda a energia absorvida e
não sobra nada para retornarem a outra pessoa. E toda energia que o Sugador
absorver será metabolizada e consumida pelo seus organismos físico e
espiritual, ou seja, irá absorver muito mais do que emitir, causando assim um
déficit energético na outra pessoa.
MECANISMO DE DEFESA
Todos nós, por outro lado,
somos, naturalmente, dotados de mecanismos de defesa contra a perda de
energia vital. Mas, quando perdemos a posse e o controle de nosso centro de
gravidade, quando, por stress, cansaço, tristeza, depressão, mania,
frustração, neurose, o projetamos para fora de nós mesmos, alteramos e
debilitamos a estrutura do corpo sutil, tornando-o permeável a invasores.
Assim nos tornamos presas fáceis dos sugadores de energias, porque aceitamos
suas provocações com facilidade, e isto nos vincula a eles. Por debilitação
energética está se colocando em condição de presa fácil dos espíritos
obsessores, que normalmente insuflam ideias de depressão, angústia,
autoflagelamento, suicídios, etc.
OS TIPOS DE SUGADORES DE ENERGIAS -
O ESPECULADOR
Existem pessoas que usam a
maneira de adquirir energia, fazendo perguntas para sondar o mundo da outra
pessoa, com o propósito específico de descobrir alguma coisa errada. Assim
que fazem isso, criticam esse aspecto da vida da outra pessoa, se essa
estratégia der certo, aí a pessoa criticada é atraída para a vampirização. Se
a pessoa criticada se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção às
críticas, cria-se um vínculo energético, uma simbiose, assim o especulador
atinge o seu objetivo porque o criticado passa a transmitir energia para ele.
O COITADINHO
Quando alguém lhe conta todas
as coisas horríveis que já aconteceram com ele, insinuando que todos são
responsáveis pela situação que se encontra, menos ele é claro, e que se
ninguém ajudá-lo essas coisas horríveis vão continuar, essa pessoa está buscando
fazer você se ligar a ele pelo sentimento de pena e de forma passiva começa a
sugar energias, este tipo de vampirização chamamos de coitadinho. Pense nisso
num instante. Nunca se viu com alguém que o faz se sentir culpado quando está
em presença dele, mesmo sabendo que não existe nenhum motivo para se sentir
assim? Quando isto acontece, é que você entra no mundo dramático de um
coitadinho. Tudo que eles dizem e fazem nos deixam numa posição em que parece
que não estamos fazendo o bastante para ajudá-la. Por isso é que nos sentimos
culpados só por estar perto dela. Existem pessoas que chegam ao extremo que
for necessário para conseguir sugar a energia da família. E depois disso,
essa estratégia passa a ser a maneira dominante para extrair energia de todos,
repetindo-a constantemente.
O INTIMIDADOR
Tem também o intimidador, que
ameaça as pessoas tentando envolvê-las através da agressividade. Se a pessoa
agredida se ligar àquele nível de energia, passar a dar atenção, cria-se um
vínculo energético, uma simbiose, assim o agressor atinge o seu objetivo
porque o agredido passa a transmitir energia para ele através de mágoas,
rancor, ódio, etc. Portanto, quando passamos a combater a agressão com a
agressão passamos a ser vampirizados assim como também sugar energia dos
outros.
AS PESSOAS DE MAU COMPORTAMENTO
SUGAM ENERGIA
Uma forma de entendemos a existência de pessoas violentas,
agressivas, destrutivas (que criticam tudo), que reclamam de tudo, que se
queixam de tudo, é porque estas atitudes são formas de sugar a energias das
outras pessoas. Por não conseguirem se ligar com a energia cósmica, porque
não se moralizam, não largam seus vícios, não mudam seus comportamentos
egoísticos, encontram nestas formas de ser, o meio de sugar a energia das
outras pessoas.
EXEMPLO DE COMO AGEM OS SUGADORES
DE ENERGIA
Quando duas pessoas se postam frente a frente para uma conversação, e começa
ocorrer disputa de opiniões, críticas, intimidações, etc. Imediatamente os
campos de energia dos dois irão tornar-se de algum modo mais densos e
excitados, como por uma vibração interna. À medida que prosseguir a conversa,
os campos começarão a misturar-se. No final, quem conseguir argumentar
melhor, sairá mais fortalecido, porque estará com parte da energia do outro,
e em consequência, o outro sairá com menos energia, portanto, enfraquecido,
se sentindo esgotado. Tudo isso ainda é inconsciente na maioria das pessoas.
Tudo que sabemos é que nos sentimos fracos quando perdemos uma discussão, e
quando vencemos nos sentimos melhor. Em resumo, vimos que dominar outro faz o
dominador se sentir poderoso e esperto, porque suga a energia vital dos que
são dominados.
FLUXO E REFLUXO DAS ENERGIAS
SUGADAS
Quando
um deles estabelecer um ponto que demonstre certa vantagem sobre o
adversário, seu campo criará um movimento que parecerá sugar o campo de
energia do outro. Mas aí, quando a outra pessoa fizer sua refutação, a
energia refluirá novamente para ela. Em termos da dinâmica dos campos de
energia, marcar o ponto parece significar apoderar-se de parte do campo de
energia do adversário e puxá-la para dentro de si.
A MAIOR VIOLÊNCIA COMETIDA PELOS
SUGADORES DE ENERGIA
A pior violência que os sugadores de energia fazem é
escolher como suas vítimas as pessoas que se encontram enfraquecidas, porque
estão entregues a doenças físicas, ou perturbadas psiquicamente, e ou ainda,
sendo vampirizadas por espíritos que a induziram a processos obsessivos.
O QUE ACONTECE QUANDO MÉDIUM QUE
TEM CARÊNCIA DE ENERGIA VITAL
Toda pessoa que tem sentimentos negativos produz pouco
fluido vital e dificulta o fluxo. Toda a pessoa que tem sentimentos negativos
tem carência energética vital, portanto, ao dar passe o passista irá
vampirizar o paciente sugando a carga energética vital.
Fumar gasta muita energia vital. Se
embriagar gasta muita energia vital. Toda a pessoa que fuma ou bebe tem
carência energética vital, portanto, ao dar passe o médium irá vampirizar o
paciente sugando a carga energética vital. O médium que tem vícios ao dar
passagem psicofônica sugará a energia vital do espírito comunicante. Idem
para qualquer outro tipo de mediunidade. Mágoas, más paixões, egoísmo,
orgulho, vaidade, cupidez, vida desonesta, adultério etc., também causam
deficiência energética vital. O passista não precisa ser um santo, mas
necessita esforçar-se na melhoria íntima e no aprendizado intelectual. Todos
podemos ministrar passes, porém é necessário um mínimo de preparo moral a fim
de que realmente possamos ajudar.
DOAR ENERGIA COM AMOR NÃO NOS FARÁ
FALTA
Não
nos esqueçamos, vivemos ligados a uma Fonte Inesgotável de Energias vitais.
Se estivermos com a nossa carga de energia vital completa, não sentiremos
falta quando outras pessoas absorverem energias de nós. Pelo contrário nos
sentiremos felizes de poder doar a nossa energia vital com amor. Doar energia
vital com amor não nos fará falta. Porém, para doar energia vital com amor
temos que cuidar dos nossos pensamentos e sentimentos.
O PAPEL DO AMOR
Quando começamos a apreciar a
beleza, admirar detalhes e prestar atenção nas coisas, nas pessoas, passaremos
a contemplar o princípio da emoção de amor. O papel do amor está mal
compreendido. Devemos sentir amor por tudo. O amor não é uma coisa que
devemos fazer para ser bons ou tornar o mundo um lugar melhor, por alguma
abstrata responsabilidade moral, ou porque devemos desistir de nosso
hedonismo. Quando chegarmos a um nível em que sentirmos as energias de amor
vindo das outras pessoas, poderemos mandar a energia de volta, agora agregada
com o nosso amor, é só desejar. E ninguém se sentirá mais fraco por isso,
porque estaremos recebendo mais energia de uma fonte inesgotável, que é o
cosmos. Se ligar na energia cósmica provoca emoção, depois euforia e depois
amor. Encontrar bastante energia para conservar esse estado de amor sem
dúvida faz bem ao mundo, porém mais diretamente a nós. Lembre-se de parar
quantas vezes for preciso para se religar com a energia cósmica. Permaneça
cheio, permaneça em estado de amor.
A maior caridade que podemos fazer
para o próximo é DOAR AMOR.
Vampirismo/Sugadores de Energias
01. Nosso Lar – pág. 31 e 168 02. Missionários da Luz – cap. 4; cap.6 pág.
62; cap. 11 pág. 129, 135 e 137. 03. Obreiros da Vida Eterna – cap. 18 pág.
276 e 279 04. No mundo Maior – cap. 14 pág. 192 e 196 05. Libertação – cap. 4
pág. 62; cap. 9 pág. 115 06. Entre a Terra e o Céu – cap. 5 pág. 32 a 34;
cap. 23 pág. 141 07. Nos Domínios da Mediunidade – cap. 6 pág. 54 e 59; cap.
13 pág. 123 08. Evolução em Dois Mundos – 1ª parte cap. 15 09. Mecanismos da
Mediunidade – cap. 15 pág. 114; cap. 16 pág. 119 10. Sexo e Destino – 1ª p.
cap. 6 pág.50; cap. 8 pág. 83; 2ª p. cap. 8 pág. 255 11. Os Mensageiros –
pág. 209 12. A vingança do Judeu – pág. 9 13. Espírito, Perispírito e Alma –
pág. 129 14. História da Mediunidade – pág. 475 15. Ide e Pregai – pág. 57
16. Mediunidade (J.H.Pires) – pág. 57, 64, 118, 141, 244 17. Pérolas do Além
– pág. 231 18. Revista Espírita/1860 – pág. 357 (Nov) 19. Sobrevivência e
Comunicabilidade – pág. 284 20. Tramas do Destino – pág. 283 21. Universo e
Vida – pág. 86 22. Vampirismo – Toda a obra.
(Jornal da Mocidade – Ago/97 e
Revista Espírita Allan Kardec – Mar/98)
Colônias Espirituais no Brasil
12 MAR 2013
e na parte central de Santa
Catarina, nas proximidades de Tangará, seguindo sem interrupção até o norte
de Goiás, na cidade de Alto Paraíso de Goiás.
Como pontos de referência, no Paraná, está próxima a União da Vitória, a
Londrina. Adentrando São Paulo, às cidades de Presidente Prudente, Pereira
Barreto e Santa Fé do Sul. Segue em direção do sudoeste de Minas Gerais,
adentra Goiás, por São Simão, Paraúna até Alto Paraíso.
"Paraíso das Flores".
Especializou-se no socorro aos que
desencarnam vítimas de câncer e que quase sempre conservam a impressão da
doença no perispírito.
5. COLÔNIA NOVA ESPERANÇA
Poderia ser chamada de "Colônia da Estatística Planetária", devido
à sua importantíssima função, na catalogação de todos os espíritos que
entram, saem e que permanecem no Orbe planetário, o que, hoje, equivale a
aproximadamente 30 bilhões de espíritos. Ela se localiza bem próximo à cidade
de Palmelo/GO (na direção de leste a norte), estendendo-se nas direções das
localidades de Pires do Rio, Ipameri e Caldas Novas, respectivamente.
É grande a quantidade de espíritos que chegam para os primeiros socorros,
devido à sua potente irradiação planetária. Após o tratamento inicial, vários
espíritos são encaminhados a outras colônias, para o prosseguimento de
tratamentos específicos ou por afinidade e vontade, ou, ainda, por
solicitação de espíritos familiares, com méritos para isso.
Possui vários postos de socorro e atendimento espalhados por vários lugares
da Crosta Terrena, e estes postos recebem todos o nome de "Boa
Esperança".
As atividades espirituais são intensas e possui muitos emissários de luz.
Todo trabalho de serviço prestado na Colônia recebe-se
"bônus-hora".
6. COLÔNIA MORADA DO SOL
Localiza-se na parte leste do Brasil, estendendo-se do norte da Bahia,
próximo a Altamira, atravessa Sergipe, passando por Aracaju, segue por
Alagoas, por via de Maceió, indo até o norte de Pernambuco, na Ilha de
Itamaracá.
Esta Colônia também coordena um trabalho de equipes espalhadas pelo planeta,
levando socorro, assistência e amparo a todos os portadores de "doenças
tropicais", os quais se encontram encarnados.
7. COLÔNIA RAIOS DO AMANHECER
Localiza-se na parte central do planeta, acompanhando a imaginária linha do equador.
Forma uma quase "ciranda" em torno da Terra, embora apresente
núcleos de espaço em espaço. Os maiores núcleos estão no Brasil, norte do
Amapá, passando pelas Guianas em direção ao Atlântico; na África, abrange os
dois Congos e o Quênia; e o outro grande núcleo se encontra nas Ilhas da
Indonésia, entre os oceanos Índico e Pacífico. Além desses existem outros
núcleos menores e o conjunto deles é que constitui a Colônia Raios do
Amanhecer.
Cada núcleo apresenta características filosóficas próprias, embora seja a do
Cristo a filosofia de atendimento em todos eles.
No Brasil, a colônia tem o aspecto de uma grande "parque infantil",
pois é o mundo espiritual das crianças. Os grandes centros de lazer infantil
na Terra foram inspirados nessa Colônia.
8. COLÔNIA REGENERAÇÃO
Localiza-se nas proximidades de Goiânia, seguindo em direção a Brasília,
envolvendo Anápolis, Pirenópolis, Luziânia até Formosa. Trabalha também na
recuperação dos espíritos mutilados no perispírito, área que envolve muitos
setores de atendimento: fluídico concentrado, terapias, academias, esportes,
tudo isso com uma contínua conscientização de renovação interior.
9. COLÔNIA DO SOL NASCENTE
Fica no sudoeste do Estado de SP, envolvendo as áreas de S. José dos Campos,
Campos do Jordão, Itajubá (MG), Pouso Alegre (MG), Águas de Lindóia e
Bragança Paulista, em SP.
A Colônia apresenta também um setor de preparação do espírito para o
reencarne aguardando o momento determinado por Deus; geralmente ficam felizes
com a nova oportunidade e aguardam esperançosos; e há os que são encaminhados
para lá para receberem essa preparação para voltarem à vida física.
10. COLÔNIA REDENÇÃO
Fica no leste da Bahia, com uma forma mais ou menos triangular, numa área de
envolve Salvador, Alagoinhas e Feira de Santana e é de grande referência no
plano espiritual.
É um grande laboratório fluídico, do qual toda a colônia se beneficia e
distribui seus fluidos através de suas equipes socorristas na Terra.
Nesta colônia encontra-se um arquivo com as mais lindas histórias e exemplos
de amor que o Planeta conheceu, começando pela história de Jesus, com cenas
vivas.
11. COLÔNIA DAS MONTANHAS
Localiza-se a noroeste de MG, próxima à divisa com Goiás, adentrando o
sudoeste entre a Serra Bonita (MG) e a Serra da Capivara (BA) e a Serra dos
Gaúchos (MG), envolvendo toda a área do Parque Nacional Grande Sertão
Veredas, onde envolve as águas dos rios Urucaia e Pardo com seus afluentes.
12. COLÔNIA BOM RETIRO
Localiza-se no Paraná entre Curitiba e Ponta Grossa, estendendo-se ao norte
até Cerro Azul e, ao sul, até Água Azul. Tem o formato de um losango.
Além do socorro espiritual a desencarnados, sua função principal é voltada ao
reequilíbrio do espírito
13. COLÔNIA PADRE CHICO
Fica no Triângulo Mineiro, na região que envolve Uberlândia, Tupaciguara,
Monte Alegre de Minas, Prata e Miraporanga, como pontos de referência
material.
É também conhecida no Plano Espiritual como a Colônia das Margaridas, pela
grande quantidade dessa flor espalhada por toda a Colônia, na cor branca e na
amarela.
Colônia de porte médio, tem vida intensa e movimentada devido ao grande
número de espíritos nela abrigados tanto para socorro quanto para trabalharem
e servirem em nome do Cristo.
- Ala dos Hospitais
- Ala dos Albergues
- Ala das Escolas
- Ala de informações
- Áreas residenciais
- Parte central da Colônia
14. COLÔNIA DO MOSCOSO
Situada na parte centro-leste do Espírito Santo. Envolve a área que abrange
Vitória, Vila Velha, Domingos Martins, Cariacica, Serra, Jacaraípe e Oceano
Atlântico.
Tem o formato de um retângulo – características orientais, por ter sido
fundada pelos "Moscos", povos que habitavam entre o Mar Negro e o
Mar Cáspio, havia milhares de anos e que vieram em migração espiritual para o
psiquismo do Brasil.
Tem como característica o desenvolvimento de técnicas especiais, que auxiliam
o espírito à autodescoberta, como essência divina. Distribui equipes de
tarefeiros, por toda a parte, estimulando e concedendo apoio a toda tarefa que
visa à educação da alma, no domínio de si mesma, ampliando os setores de
autoconhecimento.
Inspiram encarnados nos livros de autoajuda oferecendo o resultado de suas
pesquisas e esforços visando ao autoconhecimento.
15. COLÔNIA DO ROUXINOL
Fica ao norte do Brasil, no Maranhão, na região que envolve a Serra das
Alpercatas. Suas extremidades aproximam-se ao norte da cidade de Presidente
Dutra; ao sul, de Raimundo das Mangabeiras; a leste, da Represa da Boa
Esperança (divisa com Piauí) e, a oeste, de Naru.
Há uma profunda sensação de paz e ali ficam os espíritos que desencarnaram
após longos períodos de enfermidade ou que tiveram morte súbita, com perda de
sangue (o plasma da vida).
16. COLÔNIA DAS VIOLETAS
É uma colônia do Brasil central. Se estende do rio Sucunduri (AM) ao Parque
Nacional do Araguaia (TO), passando pela Serra do Cachimbo, por Santa Maria
das Bandeiras (PA) e pela Serra dos Apiaçás e Alta Floresta (MT).
A Colônia desenvolve técnicas voltadas para a cura de enfermidades cardíacas.
Nos seus educandários e laboratórios, espíritos estudiosos oferecem não só no
plano espiritual mas também aos estudiosos encarnados, o resultado de suas
pesquisas. O avanço médico, no setor cardíaco, recebe direta ou indiretamente
a influência positiva dessa Colônia inspirando os transplantes do coração,
pequenas, médias e grandes cirurgias cardíacas e todo avanço desenvolvida
nessa área vem desta Colônia.
17. COLÔNIA GRAMADO
Está sobre o Rio Grande do Sul, com vários núcleos de atendimento socorrista,
como se fosse um conjunto de cidades-satélite da Colônia.
Entre elas destacam-se as Colônias "Das Orquídeas", "Dos
Girassóis", "Do Guaíba" e "Estrela d´Alva". O
conjunto de todas elas recebe o nome de "Colônia Gramado".
A Colônia desenvolve também um trabalho específico – técnicas de estudo
relacionadas com a "coluna vertebral", "coordenação motora das
pernas e pés".
Muitos dos profissionais dessa área encarnados têm afinidades com esta
colônia recebendo dela muita influência, em especial os que fazem "cirurgias
de hérnia de disco", para se aprimorarem as técnicas dessa enfermidade.
Cuidam também de serviços relacionados com "paralisias".
18. COLÔNIA DO ABACATEIRO
Abrange os estados de Goiás e Mato Grosso na região que fica entre o distrito
de Aparecida do Rio Claro, próximo a Montes Claros de Goiás (GO), Barra do
Garças (MT), Primavera do Leste (MT), Chapada dos Guimarães, Cuiabá,
Rondonópolis (MT) e Bom Jardim de Goiás (GO), como pontos de referência.
Aparecida do Rio Claro e Cuiabá são os pontos extremos a leste e oeste, e
toda a colônia é cercada de abacateiros.
A Colônia desenvolve técnicas e tratamentos específicos no atendimento
"renal", tanto no perispírito quanto no auxílio a todos os
processos de enfermidade renal dos encarnados em resgate nesse setor.
19. COLÔNIA "ESTUDO E VIDA"
Encontra-se no Mato Grosso do Sul e parte da Bolívia. No Brasil, envolve a
região do Pantanal Matogrossense adentrando a Bolívia pela Lagoa Mandiorê.
A finalidade da Colônia é o estudo da vida. Todo espírito que deseja
aprofundar-se em algum estudo de autoconhecimento, para compreensão dos
próprios conflitos e desencontros, para qualquer assunto que vise ao bem, à
elevação de conceitos e à busca de Deus, desde que tenha
"bônus-horas" suficientes para se inscrever na Colônia, poderá
dirigir-se a ela e permanecer enquanto desejar.
Espíritos também fazem uma retrospectiva, reprogramando-se para o futuro,
verificando que pontos ainda os fazem ingressar na matéria, para
posteriormente poderem deixar o planeta Terra em busca de outro.
20. COLÔNIA ARCO-ÍRIS
Localizada na região norte do Brasil, a colônia vai de Porto Velho (RO) a
Manaus (AM), em linha reta, abrindo aproximadamente 20 km de largura.
Espíritos volitam entre esses arcos-íris como se fossem viadutos no espaço em
tarefas de amparo aos encarnados e conhecidos como "os filhos do
arco-íris".
“(...) o Universo se compõe de diferentes esferas, com vários graus de
luminosidade e felicidade e essas esferas nos servirão de morada depois da
morte na Terra, de conformidade com as condições espirituais que aqui
tenhamos conseguido.”“(...) pelas coisas que vi durante tantos anos posso
fazer as seguintes declarações: no Mundo Espiritual há terras como no nosso
mundo natural, há planícies e vales, montanhas e colinas e também fontes e
rios; há cidades e nessas cidades há palácios e casas; há escritos e livros;
há funções e comércio; há ouro, prata e pedras preciosas; em uma palavra, há,
tanto em geral como em particular, todas as coisas que estão no mundo
natural, mas estas coisas nos céus são imensamente mais perfeitas.”
(A Verdadeira Religião Cristã, Emmanuel Swedenborg)
“Para certas pessoas convencidas da existência do Espírito – e aqui não
cogito de outras – deve ser motivo de espanto que, como nós, Espíritos tenham
suas habitações e as suas cidades. Não me pouparam críticas; “casas de
Espíritos em Júpiter? ... Que piada!...”
(AK, Revista Espírita, agosto/1858
“(...) os habitantes de Júpiter têm seus lares comuns e suas famílias, grupos
harmoniosos de Espíritos simpáticos, unidos no triunfo, após o terem sido na
luta. Daí as moradas tão espaçosas que merecem exatamente o nome de
“palácios”. Ainda como nós, os Espíritos têm suas festas, suas cerimônias,
suas reuniões públicas; daí certos edifícios destinados especialmente a essas
finalidades.”Espírito Pallissy, médium psicógrafo Victorien Sardou, em
Revista Espírita, agosto/1858
Colônia:
– conjunto de indivíduos da mesma nacionalidade que se estabelecem em local
estrangeiro (Novíssima Enciclopédia DELTA LAROUSSE – vol. 2. Ed. Delta)
- conjunto de indivíduos que deixaram a pátria para se estabelecerem noutro
país (Enciclopédia e Dicionário Internacional – vol. V – W.M.Jackson, Inc.)
- grupo de imigrantes que se estabelecem em terra estranha (Dicionário
Escolar da Língua Portuguesa – MEC).
COLÔNIAS ESPIRITUAIS = COMUNIDADES ESPIRITUAIS = CIDADES ESPIRITUAIS = MUNDOS
TRANSITÓRIOS
O que rege a formação das Colônias
Espirituais é a
Lei de Afinidade.
As Colônias Espirituais são de diversos tipos. Por exemplo:
- socorristas
- correcionais
- estudo e de desenvolvimento das artes
- de pesquisas no autoconhecimento e científicas
- e muitas outras.
Nosso Lar
Colônia Socorrista Moradia
Colônia Campo da Paz
Casa Transitória de Fabiano
Colônia Redenção
Colônia da Música
Colônia Espiritual de Eurípedes Barsanulfo
Colônia Alvorada Nova
Colônia Casa do Escritor
Colônia Triângulo, Rosa e Cruz
Sanatório Esperança
Moradias
Colônia Porto da Paz
Instituto de Confraternização
Espírito Meimei
Colônia A Cruzada
Colônia Gordemônio
MORADAS ESPIRITUAIS(Vânia Arantes
Damo)
Elaborado por CARLA A.
NUNES Centro Espírita Porto da Paz
Você pode copiar e divulgar esse
trabalho mas, por favor, dê os créditos a quem de direito. Esse trabalho foi
idealizado, pesquisado, elaborado e postado inicialmente por Léa Cristina
Ximenes de Andrade. Divulgue na íntegra. A ética movimenta a energia de
prosperidade e inteligência espiritual. Obrigada pela ética, Léa.
http://seduopoemas.dihitt.com.br/n/misterios/2011/11
Diferenças da mediunidade kardecista e umbandista
30 JAN 2013
“Pergunta : Existe alguma diferença
entre a mediunidade da mesa kardecista e a mediunidade de Umbanda?
“Sim! A mediunidade no chamado espiritismo de mesa é acentuadamente mental, as
comunicações são quase telepáticas, predominantemente inspirativas, isto e’, os
espíritos atuam mais sobre a mente dos médiuns, pois a atividade do espiritismo
se processa mais no plano mental.
Espiritismo de mesa não tem a missão de atuar no baixo astral contra os
elementos de magia negra, como acontece com a Umbanda.
Ele é quase exclusivamente doutrinário, mostrando aos homens o caminho a ser
seguido a fim de se elevarem verticalmente a Deus. Sua doutrina fundamenta-se
principalmente na reencarnação e na Lei da Causa e do Efeito.
Abre a porta, mostra o caminho iluminado e aconselha o homem a percorrê-lo a
fim de alcançar a sua libertação dos renascimentos dolorosos em mundos de
sofrimentos, como é o nosso atualmente, candidatando-se à vivência em mundos
melhores.
Em virtude disso, a defesa do médium kardecista reside quase exclusivamente na
sua conduta moral e elevação dos sentimentos, portanto os espíritos da mesa
kardecista, após cumprirem suas tarefas benfeitoras, devem atender outras
obrigações inadiáveis.
É da tradição espírita kardecista que os espíritos manifestem-se pelo
pensamento, cabendo aos médiuns transmitirem as idéia com o seu próprio
vocabulário e não as configurações dos espíritos comunicantes.
--------------------------------------------------
Os médiuns de Umbanda lidam com toda a sorte de tropeços, ciladas,
mistificações, magias e demandas contra espíritos sumamente poderosos e cruéis,
que manipulam as forças ocultas negativas com sabedoria.
Em conseqüência o seu desenvolvimento obedece a uma técnica especifica
diferente da dos médiuns kardecistas.
Para se resguardar das vibrações e ataques das chamadas falanges negras, ele
tem de valer-se dos elementos da natureza, como seja:
banhos de ervas, perfumes, defumações, oferendas nos diversos reinos da
natureza, fonte original dos Orixás, Guias e Protetores, como meios de defesa e
limpeza da aura física e psíquica, para poder estar em condições de desempenhar
a sua tarefa, sem embargo da indispensável proteção dos seus Guias e Protetores
espirituais, em virtude de participarem de trabalhos mediúnicos que ferem
profundamente a ação dos espíritos das falanges negras, isto e’, do mal que os
perseguem, sempre procurando tirar uma desforra.
Dai as descargas fluídicas que se processam nos Terreiros, após certos
trabalhos, com a colaboração das falanges do mar e da cachoeira, defumação dos
médiuns e do ambiente e dando de beber a todos água fluidificada.
O espírito que encarna com o compromisso de mediunidade de Umbanda, recebe no
espaço, na preparação de sua reencarnação, nos seus plexos nervosos ou chacras,
um acréscimo de energia vital eletromagnética necessária para que ele possa
suportar a pesada tarefa que irá desempenhar.
-fonte: blog Espiritualizando-
Egrégora
30 JAN 13
Egrégora, ou egrégoro para outros,
(do grego egrêgorein, Velar, vigiar),
é como se denomina a entidade criada a partir do coletivo pertencente a uma
assembleia, ou seja, é um campo de força criado no Plano Astral a partir da
energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões mentais e
emocionais.
Cientistas brasileiros estudam cérebros de médiuns durante a psicografia
30 JAN 2013
Cientistas brasileiros e
norte-americanos usaram as mais modernas técnicas de neuroimagens para analisar
o cérebro de médiuns brasileiros. Os estudos foram feitos durante sessões de
psicografia, uma forma de comunicação em que o espírito de uma pessoa já falecida
escreve por meio das mãos do médium.A nova pesquisa revelou resultados
intrigantes da atividade cerebral, como um estado descrito pelos cientistas
como "dissociativo". Os médiuns mais experientes apresentaram uma
redução na atividade cerebral, apesar do complexo conteúdo escrito produzido
por eles. Os resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.
"Já se sabe que as experiências
espirituais afetam a atividade cerebral. Mas a resposta cerebral à mediunidade,
a prática de supostamente estabelecer comunicação ou ser controlado por uma
pessoa já falecida, tem recebido pouca atenção científica," disse Andrew
Newberg, da Universidade Thomas Jefferson (EUA), que coordenou o estudo.
Segundo ele, a partir destas primeiras constatações, novos estudos sobre o
assunto deverão começar a ser feitos. Foram analisados 10 médiuns, cinco deles
classificados como "experientes" e cinco como "menos
experientes". Todos receberam uma injeção de um marcador radioativo
(radiofármaco) para capturar sua atividade cerebral durante processos normais
de escrita e durante a prática da psicografia, que envolve um estado similar ao
transe. Os médiuns foram analisados usando um exame chamado SPECT (single
photon emission computed tomography, tomografia computadorizada por emissão de
fóton único), que é capaz de registrar as áreas ativas e as áreas inativas do
cérebro a cada momento.
O estudo mostrou que os
psicografistas experientes apresentaram menores níveis de atividade no
hipocampo esquerdo (sistema límbico), giro temporal superior direito e regiões
do lobo frontal do cingulado anterior esquerdo e giro precentral direito
durante a psicografia, em comparação com sua escrita normal, fora do transe
mediúnico. As áreas do lobo frontal estão associadas com o planejamento, raciocínio,
produção da linguagem, movimento e resolução de problemas. Os cientistas
levantam a hipótese de que isto reflete, durante o transe mediúnico, uma
ausência de foco, autopercepção e consciência durante a psicografia. Já os
médiuns menos experientes apresentaram exatamente o efeito oposto, o que os
cientistas sugerem estar associado ao maior esforço que eles fazem para
executar a psicografia.
Os textos psicografados foram
analisados pelos cientistas, que verificaram que os textos produzidos durante o
transe mediúnico apresentaram complexidades maiores do que aqueles produzidos
espontaneamente pelo próprio médium para referência, que não eram oriundos de
psicografia. Em particular, os médiuns mais experientes produziram textos com
maiores pontuações no quesito complexidade, que normalmente exigiriam mais
atividade no córtex frontal e temporal - exatamente o oposto do que os exames
verificaram. O conteúdo produzido durante as psicografias versava sobre
princípios éticos, a importância da espiritualidade, e a aproximação entre
ciência e espiritualidade.
"Esta que é a primeira avaliação
neurocientífica já realizada dos estados de transe mediúnico revela alguns
dados interessantes para melhorar a nossa compreensão da mente e sua relação
com o cérebro. Estas descobertas merecem estudos mais aprofundados, tanto em
termos de replicação quanto de hipóteses explicativas," concluiu o Dr.
Newberg. O estudo foi orientado pelo Dr. Newberg e contou com a participação
dos brasileiros Julio Fernando Peres (Universidade da Pensilvânia), Alexander
Moreira Almeida e Leonardo Caixeta (Universidade Federal de Juiz de Fora) e
Frederico Leão (Universidade de São Paulo).
Desencarne em massa em Santa Maria (RS): o esclarecimento espírita
28 JAN 2013
A
"Já tivemos a oportunidade de refletir
sobre catástrofes, tsunamis, guerras e acidentes aéreos, em alguns textos que
têm sido difundidos pela internet, sempre com o intuito de explicá-los à luz do
Espiritismo e trazer alento tanto para os familiares das vítimas como para a
Humanidade que, atônita, contempla a dor de centenas ou milhares de pessoas,
caso a caso.
As imagens que já estão sendo divulgadas e que irão permanecer, ainda, por
certo tempo nos meios midiáticos, serão retratos em cores fortes da dor que
visita inúmeras criaturas, abaladas com o ocorrido e que , não raro, se
perguntam: - Por que, meu Deus?
De positivo, o gesto de solidariedade fraternal daqueles que enviam mensagem de
condolências, os que confortam os familiares e amigos presencialmente e as
mobilizações para a doação de sangue para atendimento dos muitos feridos
sobreviventes. Digno exemplo de quem se importa com o semelhante e faz o
possível para minorar a dor alheia.
A filosofia espírita, debruçando-se sobre o tema que envolve os chamados
desencarnes em massa, nos remete ao núcleo central do evento dos desencarnes
decorrentes da tragédia: "[...] a destruição é uma necessidade
para a regeneração moral dos Espíritos", a teor do contido no quesito
737 de “O Livro dos Espíritos” , de Allan Kardec. Há, assim,
três núcleos semânticos no trecho achurado: destruição, necessidade e
regeneração moral.
Analisemos.
Destruição importa necessariamente o aniquilamento da vida material, a
interrupção da atual experiência reencarnatória. Há, segundo a cátedra
espírita, os desencarnes naturais, os provocados e os violentos, em um dos
vértices de análise conhecidos. Os naturais decorrem do esgotamento dos órgãos
(questões 68 e 154, do livro citado) e representam o encerramento
"programado" das existências corporais, segundo a lei de causa e
efeito e o planejamento encarnatório do ser. Os provocados resultam da ação
humana no espectro da criminalidade e da agressividade (assassínio, atentados,
guerras), como decorrem de ações negligentes, imprudentes ou imperitas como
parece ser a situação verificada na tragédia de Santa Maria. Os violentos
encampam a ocorrência de catástrofes naturais (enchentes, terremotos,
maremotos, ciclones, erupções, desmoronamentos, entre outros).
Em muitas das situações, o nexo causal entre a catástrofe e a ação humana
acha-se presente. Movido por interesses mesquinhos e sem a adequada compreensão
do conjunto (vida imortal, espiritual) os homens centram sua atenção e
interesse nas coisas transitórias da vida, em que se situam, por exemplo a
ganância desenfreada, a busca do “lucro pelo lucro” e a conivência de
autoridades e fiscais que deixam de exigir os padrões mínimos de segurança. O
evento “causa” do fogo, informado pelos sobreviventes como sendo o acendimento
de um sinalizador dentro da boite é apenas a ponta do iceberg em relação à
sucessão de fatos que desencadearam este imenso drama.
As várias vítimas fatais e os sobreviventes assim como os familiares e amigos
dos que faleceram, estão situados no quadrante daqueles que possuem vínculos
entre si, muitas vezes datados de épocas anteriores (vidas pregressas), e a
circunstância de seu retorno à vida espiritual estava prevista pelo Ministério
Divino, em nível de resgate (veja-se, a propósito, a questão 258, novamente de “O
Livro dos Espíritos” ). Muitos deles são Espíritos com laços de
reciprocidade e relação direta, já que "[...] as faltas
coletivamente cometidas são expiadas solidariamente" (conforme
outra livro de Kardec, “Obras Póstumas” , no item “Questões
e Problemas”), não se afastando os que, ainda que não tivessem questões a
expiar, ali estavam por decisão de seu livre-arbítrio e assumindo o risco da
permanência naquele ambiente (mesmo sem conscientemente saberem que adviria o
episódio fatal) têm o evento “aproveitado” como provação na atual existência.
A compreensão espírita, calcada no sério estudo e na relação direta entre os
fundamentos filosóficos espíritas e o cotidiano do ser, na análise de tudo o
que lhe rodeia, permitem, assim, a desconsideração do termo "fatalidade"
como sendo algo relativo à desgraça, ao destino imutável dos seres. A teor do
contido no quesito 851 da obra primeira do Espiritismo, já mencionada, tal
fatalidade "[...] existe unicamente pela escolha que o Espírito
fez, ao encarnar, desta ou daquela prova para sofrer. Escolhendo-a, institui
para si uma espécie de destino, que é a consequência mesma da posição em que
vem a achar-se colocado. Falo das provas físicas, pois, pelo que toca às provas
morais e às tentações, o Espírito, conservando o livre-arbítrio quanto ao bem e
ao mal, é sempre senhor de ceder ou de resistir."
Para o Espiritismo, assim, situações como essa não são “acidentais”, nem,
tampouco, “obras do acaso”. Não há, na filosofia espírita, espaço para
"sorte" ou "azar", "ventura" ou "maldição",
e cada ser vive o que está contido na Lei de Causa e Efeito, uma diretriz
inteligente que, longe de ser absoluta e pré-determinada (inafastável) para
todas as circunstâncias, nos coloca no ponto de partida e de chegada de todas
as situações que conosco ocorrem, nesta e em outras encarnações. Mesmo
considerando o chamado "planejamento encarnatório", feito ainda no
plano espiritual e com, em regra, nossa anuência, o direito (inalienável) ao
livre-arbítrio possibilita a alteração do plano, em virtude de nossas escolhas
presentes. Podemos dizer, assim, que há "tendências",
"caminhos", "diretrizes", mas, no plano concreto, somos nós
quem tomamos as decisões, sempre. Também, a presença de mentores espirituais
(anjos de guarda ou protetores) para cada um de nós, em missão de orientação
particular, em relação a cada espírito, e o que chamamos de
"intuição", "sexto sentido", ou, "voz interior",
é, na verdade, a sugestão (não indução) de alguém que "nos quer bem"
e que "deseja o nosso sucesso", para que possamos tomar as
"melhores" decisões, caso a caso. O protetor, contudo, não interfere
em nossas escolhas e, quando resolvemos fazer "o que bem entendemos",
ele se afasta, momentaneamente, retornando após, para continuar a sua tarefa.
Neste sentido, a palavra “destino” também ganha um redesenho, para representar,
tão-somente, o mapa de probabilidades e ocorrências da existência corporal,
resultantes, em regra, das escolhas e adequações realizadas no pré-reencarne,
somadas às atitudes e aos condicionantes do contexto encarnatório, onde, com
base no seu discernimento e no livre-arbítrio, continuará o rol de decisões que
levarão o ser aos caminhos diretamente proporcionais àquelas, colocando-o,
sempre, na condição de primeiro e principal responsável por tudo o que lhe
ocorra.
Como o Espiritismo não “fecha questão” nem destaca “única hipótese”, há que se
avaliar a circunstância daqueles que deixaram de comparecer ao evento festivo,
por motivos vários, desistindo no último momento ou aqueles que, em lá estando,
não sucumbiram, mesmo apresentando ferimentos. Como não há, para a Doutrina
Espírita, um “determinismo estrito”, muitas pessoas podem ter sido “avisadas”
por vozes invisíveis ou conselhos mentais e escaparam de estar naquele fatídico
evento, como que “por milagre”, diria o adágio popular.
É verdadeiramente por isto que cognominamos o Espiritismo como a "Doutrina
da Responsabilidade", porque se-nos permite a análise criteriosa de nossa
relação direta com fatos e acontecimentos da vida (material e espiritual).
Com a ocorrência deste trágico evento, devemos voltar nossos olhos para a
legislação e a prática da fiscalização de locais públicos, sobretudos os que
permitem aglomerações de inúmeras pessoas que só desejavam se divertir. Não
podemos nos “acostumar” nem esquecer as tragédias, tratando-as com
“naturalidade”. Do contrário, esperamos que os cidadãos conscientes saibam
protestar, bem como as autoridades competentes mesmo provocadas passem a atuar
de modo preventivo e necessário, diminuindo ao patamar mínimo o risco de novas
ocorrências, erradicando, se possível, as causas que possam levar a tais
eventos infelizes. Que a apatia e o comodismo não sejam, assim, motivo para
“deixarmos de lado” a responsabilização (perante a justiça humana) daqueles que
deram causa, direta ou indiretamente ao ocorrido, já que sabemos pelas
denúncias da imprensa que há responsáveis entre empresários e poder público,
além do imprudente músico que acionou artefato que produziu faíscas.
Ante eventos como a tragédia de Santa Maria, que possamos solidariamente enviar
nossas vibrações e preces, para que estas alcancemos espíritos socorristas, que
encaminham as "vítimas" do desencarne em massa, ao necessário e
consequente despertar no Novo Mundo. E que eles, despertos e recuperados das
mazelas físico-espirituais, possam compreender, novamente, que o curso da
evolução espiritual continua. Para eles, que voltaram e para todos nós, que
ainda aqui estagiamos."
Marcelo Henrique Pereira
* Assessor Administrativo da
Associação Brasileira de Divulgadores do Espiritismo (ABRADE), Assistente da
Vice-Presidência de Cultura e Ciência da Federação Espírita Catarinense (FEC) e
Delegado e Membro do Conselho Executivo da Confederação Espírita Pan-Americana
(CEPA). * * *
Recebido diretamente do autor em
Monday, January 28, 2013 9:30 AM
Postado
por Juju
Pinho em 28 janeiro 2013 às 12:30
Evangelho no Lar: como fazer
16 JAN 2013
R
O que é, como fazer e seus benefícios – pesquisa e texto de Maísa Intelisano.
1. O que é o Evangelho no Lar?
Reunião familiar periódica para o estudo sistemático, regular e orientado dos
ensinos de Jesus, independentemente de se tratar de família espírita, católica,
protestante, evangélica, etc.
2. Qual a frequência ideal?
Recomenda-se fazer o Evangelho no Lar pelo menos uma vez por semana, sempre no
mesmo dia e horário, com duração MÁXIMA de 30 min. A escolha do dia e horário
deve ser feita tendo por base a disponibilidade dos participantes e do próprio
movimento e rotina da casa.
3. Por que sempre o mesmo dia e horário?
Para que a prática se torne um compromisso agendado, de forma que todos possam
se habituar com ele. Esse agendamento também permite que o Plano Espiritual
Superior se agende para comparecer a essa reunião, dando assistência,
orientação e suporte para o grupo familiar durante a sua realização.
3. Por que a duração não deve ultrapassar os 30 mim?
Para que a reunião não se torne cansativa, especialmente em lares onde residam
crianças e adolescentes. Não é a duração que determinada a eficácia da reunião,
mas a seriedade e dedicação com que ela é encarada e realizada. Uma reunião
muito longa poderia gerar o efeito contrário ao desejado, provocando enfado,
monotonia e
mesmo aversão aos assuntos espirituais.
4. Quais são as etapas de um Evangelho no Lar?
Basicamente, prece de abertura, leitura, comentários, vibrações e prece de
encerramento.
Sugerimos essa sequência por nos parecer a mais lógica e eficaz. Entretanto,
adaptações podem ser feitas de acordo com as particularidades de cada lar.
5. O que é a prece de abertura?
Prece simples e breve, dita espontaneamente, que tem a finalidade de saudar o
Plano Espiritual Superior, pedindo a sua assistência durante a reunião, bem
como colocar os participantes em condições de melhor absorverem os ensinamentos
a serem estudados. Sugerimos que essa prece seja feita sempre por um
participante diferente a cada semana, dando oportunidade a todos de participar
e de se colocar. (Antônio: No site tem as preces, seria bom iniciar com a prece
de Cáritas e encerrar com a prece Ismael).
6. Como é feita a leitura? Que livro deve ser lido?
O livro mais utilizado pelos espíritas é O Evangelho Segundo o Espiritismo, por
conter o ensinos morais de Jesus interpretados à luz da Doutrina Espírita. No
entanto, outros livros podem ser usados, mesmo que não sejam espíritas, desde
que tenham conteúdo elevado, tragam uma mensagem positiva de esperança, amor e
paz. Para que haja um melhor aproveitamento dos estudos, recomenda-se que as
páginas sejam lidas em voz alta por um participante, em trechos curtos a cada
reunião, sempre na seqüência, a fim de que se possa esgotar tudo o que pode ser
abordado a cada trecho, facilitando a fixação dos ensinamentos.
7. Como se fazem os comentários?
Após a leitura, que também deve ser feita por um participante diferente a cada
semana, todos comentam o que entenderam do trecho lido, tentando trazer para o
seu cotidiano e para a atualidade essa compreensão. Fala um participante de
cada vez, de forma que todos tenham a oportunidade de se expressar e de colocar
seus conhecimentos.
É importante ter em mente que os ensinos espirituais em geral dizem respeito
diretamente à nossa vida diária e às nossas mais corriqueiras ações. Portanto,
de nada valeria estudarmos o Evangelho ou qualquer outro livro espiritualista
se não pudéssemos aplicá-lo em nosso dia a dia. Assim, é importante que seja
feita uma conexão entre o que se leu, os comentários e a nossa rotina.
Aqui podem também ser feitos comentários relativos às experiências vividas
pelos participantes durante a semana que passou e que se relacionam de alguma
forma com a(s) lição(ões) estudadas na reunião anterior.
8. O que são as vibrações?
São emanações energéticas de amor, paz e esperança, emitidas por nós, através
do pensamento e da vontade, para um alvo e um objetivo definido. Essas
emanações nascem no nosso espírito e liberam de nosso corpo e de nosso
perispírito energias vitais sutis que são recolhidas pelo Plano Espiritual
Superior e são levadas para os alvos e objetivos escolhidos, bem como para
outros locais onde os Mentores acharem por bem distribui-las.
Para se garantir uma melhor concentração e sintonia de todo o grupo, é
aconselhável que um dos participantes conduza as vibrações, nominando,
pausadamente, em voz alta, os alvos a serem atingidos pelas emanações do grupo.
Pode-se dirigir a vibração para um foco genérico ou específico, dependendo das
intenções e das necessidades dos participantes. Entre um alvo e outro dá-se uma
pausa para que os participantes tenham tempo de se concentrar em cada um
adequadamente.
Assim, por exemplo, pode-se vibrar genericamente:
- pela paz universal e pela paz em nosso planeta
- pela fraternidade entre os povos e pelo entendimento entre as nações.
- pelos dirigentes e governantes
- pelo nosso país, seu povo e seus governantes
- pelos doentes do corpo e do espírito
- pelos presidiários
- pela infância e juventude
- pelas casas de oração e caridade
- pelos idosos
- por todos os lares da Terra
- pelos lares nossos vizinhos
- pelo nosso lar e por nós mesmos e a nossa família
Mas pode-se também focar alvos específicos e particulares de cada grupo
familiar, conforme a necessidade de cada um. Assim, pode-se vibrar por pessoas
conhecidas doentes, desencarnadas, passando por dificuldades, que vão passar
por uma grande prova, que tenham uma importante decisão por tomar, etc.
É interessante notar que as vibrações não precisam ser dirigidas somente aos
necessitados e podem também ser feitas por pessoas que estejam bem, apenas para
reforçar e manter o seu bom ânimo e astral.
Dessa forma, pode-se vibrar por alguém que esteja aniversariando, em gestação
ou recém-nascido, que esteja por se casar, mudar ou receber uma promoção, etc.
Devemos apenas nos lembrar que as vibrações são apenas emanações de amor e não
devem se transformar em peditórios injustificáveis. Nomina-se a pessoa a ser
beneficiada e o Plano Espiritual Superior se encarrega de decidir o que a
pessoa mais precisa ou melhor vai aproveitar.
Aqui também o que vale não é a duração das vibrações ou o comprimento da lista
de alvos, mas as intenções com que são feitas as vibrações. Deve-se, portanto,
evitar fazer vibrações muito longas e complexas para não cansar os outros
participantes e provocar o enfado ou até mesmo o sono de alguns deles.
9. Como é a prece de encerramento?
Após terminadas as vibrações, um dos participantes agradece pelo bom desenrolar
da reunião, pela assistência dos Mentores, pelas inspirações e lições daquele
dia, pedindo que elas possam ser gravadas no espírito de cada um para serem
aplicadas no dia a dia durante a semana que seguirá até a próxima reunião.
10. O que mais se pode fazer durante um Evangelho no Lar?
Pode-se utilizar música suave e baixa de qualquer tipo para acalmar o ambiente
e os participantes.
Pode-se também colocar uma jarra ou garrafa de água no local da reunião,
pedindo durante as vibrações para que seja fluidificada pelos Mentores, a fim
de ser utilizada pela família durante a semana. Essa água pode, após o término
da reunião, ser misturada a um volume maior de água (filtro, galão, bebedouro,
etc) para que todo esse volume fique fluidificado e beneficie o maior número
possível de pessoas.
11. O que NÃO é um Evangelho no Lar?
O Evangelho no Lar tem por finalidade principal promover a reunião familiar
para conversa, aproveitando o ensejo para estudar as lições espirituais.
Portanto, o Evangelho no Lar não deve ser confundido ou transformado em:
- reunião mediúnica: a finalidade da reunião não é dar passagem a entidades
desencarnadas de qualquer nível. Se há médiuns na família, os mesmos devem ser
orientados a procurar uma casa espírita idônea a fim de estudar e treinar suas
capacidades mediúnicas, para que não sejam vítimas de entidades menos
esclarecidas que só perturbariam o lar, a família e o ambiente.
- Sessão espírita: a reunião não deve servir para passes, benzeduras ou
qualquer outra coisa do tipo. Também essas atividades devem ser realizadas em
casa idônea, onde há proteção espiritual e os ambientes são especialmente
preparados para fazê-las.
- Sessão de psicoterapia em grupo: O Evangelho no Lar é uma oportunidade para
que a família esqueça os problemas e as dificuldades do dia a dia, dedicando-se
ao estudo das coisas espirituais de modo a poder melhor lidar com a vida e as
pessoas. Assim, nada de querer discorrer sobre traumas, pesadelos, medos e
angústias, citar nome de pessoas conhecidas ausentes, criticando sua conduta ou
modo de pensar, falar de episódios passados, etc. A reunião deve ser fraterna e
amorosa, para que, sob a influência de um ambiente iluminado, todos possam se
harmonizar e superar dificuldades.
- Sessão “lavagem de roupa suja”: nada de querer colocar em pratos limpos
alguma situação mal resolvida. Essa não é a finalidade da reunião. Se há alguma
desavença, que ela seja esquecida momentaneamente, para que, com a inspiração
das lições estudadas, tudo possa ser resolvido com mais calma depois de
terminado o Evangelho no Lar.
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Orientação para leitura da Doutrina Espírita
22 DEZ 2012
Ao se aproximar da Doutrina Espírita,
por diversos motivos e variados caminhos, em algum momento as pessoas são
orientadas para a leitura. Deparam-se então, com vasta bibliografia que, se bem
orientada, levará o leitor a descobrir um leque de possibilidades com
informações, estudos, reflexões e consolo facilitadores do viver.
O livro é um instrumental importante para o cumprimento da afirmação inicial do
Espírito da Verdade pois “Não só fala mais de perto à inteligência e à
sensibilidade do leitor, como atua fora do centro, alcançando um número maior
de pessoas, passando de mão em mão como luzeiro a aquecer os corações e
iluminar as consciências.” Emmanuel
Faculdade Mediúnica: desenvolvimento ou educação
21 DEZ 2012
ática da disciplina, do equilíbrio, da conduta reta e
caridosa. (Moldando o Terceiro Milênio, pp. 37 e 38.)
A educação mediúnica exige, em
primeiro plano, o conhecimento pelo estudo da mediunidade. A seguir, a educação
moral e, como conseqüência, o exercício e a vivência da conduta cristã. Através
dos hábitos salutares do estudo e do exercício do amor, o médium se libera de
quaisquer atavismos para fazer-se ponte entre ele e o Criador, sob a inspiração
dos Espíritos Superiores. (Diretrizes de Segurança, questão 102.)
Todos os dons mediúnicos são
suscetíveis de desenvolvimento, mas nada se conseguirá se faltarem as
principais condições, que são o trabalho e a perseverança, ao lado do estudo,
do exercício, da calma e da boa vontade. (Médiuns e Mediunidade, p. 44.)
O melhor meio de desenvolver a
mediunidade é não se preocupar com o seu desenvolvimento, mas preparar-se moral
e mentalmente para poder assumir o compromisso de se tornar médium
desenvolvido. E esse preparo não poderá ser rápido. Se a mediunidade não se
apresentar assim, espontaneamente, naturalmente, é sinal de que ainda não está
amadurecida o bastante para explodir. (Cânticos do Coração, Volume II, p. 105.)
A faculdade mediúnica precisa ser
controlada, educada, e o seu possuidor reformado em seus defeitos, pois quanto
mais moralizado, mais sensato e criterioso ele for, melhor instrumento do Além
se fará, porque mais assistido pelas entidades esclarecidas e defendido das
intromissões das trevas e liberado, portanto, de empeços. É, pois, de bom
conselho repetir a todos os médiuns: reeduquem-se, combatam seus vícios,
inclusive os mentais, aprendam a ser bons, evangelizem-se todos os dias, sejam
amigos do bons livros educativos, procurem Deus através da prece. A
evangelização do caráter de um médium é, pois, a sua salvação, o amparo celeste
iluminando o seu carreiro na trilha da redenção. (Cânticos do Coração, Volume
II, pp. 93 e 94.)
O médium deverá estudar a Doutrina Espírita e o Evangelho, diariamente,
evitando o fanatismo pelas obras mediúnicas e meditando criteriosamente sobre
as clássicas. (Cânticos, v. II, p. 109.)
O desenvolvimento da mediunidade, na
essência, deve ser o burilamento da criatura em si, porque o aperfeiçoamento do
instrumento naturalmente permitirá ao Espírito manifestar-se em melhores
condições. (Chico Xavier em Goiânia, pergunta 23.)
Necessidades do Médium
O primeiro inimigo do médium reside
dentro dele mesmo. Com freqüência, é o personalismo, a ambição, a ignorância ou
a rebeldia no desconhecimento dos seus deveres à luz do Evangelho, que, não
raro, o conduzem à invigilância, à leviandade e à confusão dos campos
improdutivos. (O Consolador, questão 410.)
O segundo inimigo poderoso do
apostolado mediúnico situa-se no próprio seio das instituições espíritas,
quando o indivíduo se convenceu quanto aos fenômenos, mas não se converteu ao
Evangelho pelo coração e traz para as fileiras do Consolador os seus caprichos
pessoais, as suas paixões inferiores, suas tendências nocivas. Falam da
caridade, humilhando todos os princípios fraternos. Irônicos, acusadores,
procedem quase sempre como crianças levianas e inquietas (O Consolador, questão
410.)
A primeira necessidade do médium é,
em vista disso, evangelizar-se a si mesmo, antes de se entregar às grandes
tarefas doutrinárias, pois de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma
do personalismo, em detrimento de sua missão. (O Consolador, questão 387.)
O médium tem obrigação de estudar
muito, observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria
iluminação. Somente assim poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que
lhe foi confiada. (O Consolador, questão 392.)
Antes de cogitar da doutrinação dos
outros, encarnados ou desencarnados, o médium sincero necessita compreender que
é preciso a iluminação de si próprio pelo conhecimento, pelo cumprimento dos
deveres mais elevados e pelo seu esforço na assimilação perfeita dos princípios
doutrinários, sem jamais descuidar-se da vigilância. O estudo da Doutrina e o
cultivo da auto-evangelização devem ser para ele ininterruptos. (O Consolador,
questão 409.)
Como sabemos, a alma exerce sobre os
Espíritos uma espécie de atração, ou repulsão, conforme o grau de semelhança
existente entre eles. Como os bons têm afinidade com os bons, e os maus com os
maus, segue-se que as qualidades morais do médium exercem influência capital
sobre a natureza dos Espíritos que por ele se comunicam.
A boa qualidade de um médium não
está, pois, apenas na facilidade das comunicações. Um bom médium é o que
simpatiza com os bons Espíritos e não recebe senão boas comunicações. (Revue
1859, p.3.)
Ensina o Espiritismo que as
qualidades que, de preferência, atraem os bons Espíritos são:
I. a bondade
II. a benevolência
III. a simplicidade do coração
IV. o amor ao próximo
V. o desprendimento das coisas materiais.
Os defeitos que os afastam dos
indivíduos são: o orgulho, o egoísmo, a inveja, o ciúme, o ódio, a cupidez, a
sensualidade e todas as paixões que escravizam o homem à matéria. E de todas as
disposições morais, a que maior entrada oferece aos Espíritos imperfeitos é o
orgulho, que muitas vezes se desenvolve no médium à medida que cresce a sua
faculdade. Esta lhe dá importância. (Revue 1859, p. 36.)
Os médiuns necessitam ter muita
persistência, muita paciência, muita perseverança nas reuniões e nos estudos,
para melhor se relacionarem com o Mundo Invisível. (Médiuns e Mediunidade, p.
75.)
O médium eficiente será, pois, do
ponto de vista espiritual, aquele trabalhador que melhor se harmonizar com a
vontade do Pai Celestial, cultivando as qualidades citadas e destacando-se pelo
cultivo sincero da humildade e da fé, do devotamento e da confiança, da boa
vontade e da compreensão.
A faculdade mediúnica é neutra em si
mesma. O uso que o homem faz dela é o que importa. Ao empregá-la, podemos nos
harmonizar com os bons Espíritos ou relacionar-nos com os maus. A sintonia é,
dessa maneira, fundamental na prática mediúnica.
Eis o que três vultos da Codificação
revelaram (LM., cap. 31, itens XIII a XV):
“Quando quiserdes receber
comunicações de bons Espíritos, importa vos prepareis para esse favor pelo
reconhecimento, por intenções puras e pelo desejo de fazer o bem, tendo em
vista o progresso geral.” (Pascal.)
“Falar-vos-ei hoje do desinteresse,
que deve ser uma das qualidades essenciais dos médiuns, tanto quanto a modéstia
e o devotamento. (...) Não é racional se suponha que Espíritos bons possam
auxiliar quem vise satisfazer ao orgulho ou à ambição.” (Delfine de Girardin.)
“Todos os médiuns são,
incontestavelmente, chamados a servir à causa do Espiritismo, na medida de suas
faculdades, mas bem poucos há que não se deixam prender nas armadilhas do
amor-próprio. (...) Lembrem-se sempre destas palavras: Aquele que se exalçar
será humilhado e o que se humilhar será exalçado.” (O Espírito de Verdade.)
Publicado
por Ubirajara
de Araujo Curcino em 20 dezembro 2012 às 21:07 em Mediunidade.
2 DEZ 2012
18hs12min
Lições espíritas
Para os que têm
fé,
Para doutrinar...
Vinte serviços
que o Espiritismo faz.
1. Integra você no conhecimento de
sua posição de criatura eterna e responsável, diante da vida;
2. Expõe o sentido real das lições do
CRISTO e de todos os outros mentores Espirituais da humanidade, nas diversas
regiões do planeta;
3. Suprime-lhe as preocupações
originárias do medo da morte, provando que “ela” não existe;
4. Revela-lhe o princípio da
reencarnação, determinando o porquê da dor e das aparentes desigualdades
sociais;
5. Confere-lhe forças para suportar
as maiores vicissitudes do corpo, mostrando a você que o instrumento físico nos
reflete as condições ou necessidades do espírito;
6. Tranqüiliza você com respeito os
desajustes dos familiares, esclarecendo que o lar recebe não somente afetos,
mas também desafetos de existências passadas, para a necessária regeneração.
7. Demonstra-lhe que o seu principal
templo para o culto da presença Divina é a consciência;
8. Liberta-lhe a mente de todos os
tabus em matéria de crença religiosa;
9. Elimina a maior parte das
preocupações acerca do futuro além da “morte”;
10. Dá-lhe o conforto do intercâmbio
com os entes queridos, depois de desencarnados;
11. Entrega-lhe o conhecimento da
mediunidade;
12. Traça-lhe providência para o
combate ou para a cura da obsessão;
13. Concede-lhe o direito à fé
racionada;
14. Destaca-lhe o imperativo da
caridade por dever;
15. Auxilia você a revisar e
revalorizar os seus conceitos de trabalho e tempo;
16. Concede-lhe a certeza natural de
que se beneficiamos ou prejudicamos alguém, estamos beneficiando ou
prejudicando a nós próprios;
17. Garante-lhe serenidade e paz
diante das calúnias ou das críticas;
18. Ensina você a considerar
adversários por instrutores;
19. Explica-lhe que, por maiores que
sejam as dificuldades exteriores, intimamente você é livre para melhorar ou
agravar a própria situação;
20. Patenteia-lhe que a fé ilumina o
caminho, mas ninguém fugirá da Lei que manda atribuir a cada qual segundo as
suas obras pessoais.
André Luiz, psicografado por Waldo
Vieira*
*Waldo Vieira (Monte Carmelo, 12 de
abril de 1932) é um lexicógrafo, odontólogo, médico e médium brasileiro. Fonte: Wikipedia
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Página Criada em 30 NOV 201 2
8hs36min P.M.
Prefácio:
O Evangelho segundo o Espiritismo
Allan Kardec
"Os Espíritos do Senhor, que são as virtudes dos céus, como um imenso exército que se movimenta, ao receber a ordem de comando, espalham-se sobre toda a face da Terra. Semelhantes a estrelas cadentes, vêm iluminar o caminho e abrir os olhos aos cegos.
Eu vos digo, em verdade, que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser restabelecidas no seu verdadeiro sentido, para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos.
As grandes vozes do céu ressoam como o toque da trombeta, e os coros dos anjos se reúnem. Homens, nós vos convidamos ao divino concerto: que vossas mãos tomem a lira, que vossas vozes se unam e, num hino sagrado, se entendem e vibrem, de um extremo do Universo ao outro.
Homens, irmãos amados, estamos juntos de vós. Amai-vos também uns aos outros e dizei, do fundo do vosso coração, fazendo a vontade do Pai que está no Céu: "Senhor! Senhor! e podereis entrar no Reino dos Céus."
O Espírito da Verdade
Mensagem da DivaBarbosa
Orientada pela Espiritualidade Divina iniciamos a elaboração do Espaço Haziel...nosso objetivo: levar um carinho, uma palavra de conforto, uma prova de fé...ao máximo de pessoas que conseguíssemos alcançar...
A "ordem de comando" foi dada...caminhamos com a esperança de alçarmos a evolução espiritual, em união com o maior número de pessoas...
A princípio desejamos compartilhar sementes de aprendizado tão gentilmente nos ofertada, via psicografia, pelos Amigos de Luz...
Em um segundo tempo partilhamos outras sementes de transformação e equilíbrio de energias, apometria e reiki...
Mais a frente somamos um iniciar de terapias alternativas e agregadoras, banhoterapia, cristaloterapia, cromoterapia, fitoterapia com ervas e aromas, musicoterapia, momentaneamente fechando o ciclo com o tópico saúde, organismo vivo e equilibrado...
A pouco tempo fomos agraciados com o recebimento da nobre missão de iniciarmos a formação de um espaço físico que pudesse estender os serviços prestados virtualmente...surgiu o Projeto Recanto da Luz Divina - Casa para Todos...
Seguindo nosso raciocínio principal de igualdade de todos os seres também iniciamos o aprendizado de seguimentos importantíssimos
à evolução humana, como a Umbanda Sagrada, que é riquíssima em Fundamentos Divinos... e agora, a título de fortalecimento e instrução iniciamos o Estudo Detalhado do Evangelho Segundo o Espiritismo, passo a passo, lição por lição, sempre, como desde o início, ainda lá no Plano Astral, acompanhados por Mestres de Luz e confiantes e felizes nesse caminhar convidamos todos para aquinhoar bônus celestiais...
Em nome de Deus Pai Celeste - Criador Incriado de todo o universo...
Em nome da Virgem Santíssima - Mãe Celeste, Fonte Eterna de Amor...
Em nome de Jesus - Irmão Celeste, Venerável Mensageiro Divino...
Faça-nos Senhores, instrumentos de Vossa Vontade, de Vossa Paz e de Vosso Amor...
Que a Graça Divina esteja presente em nossas vidas, trazendo benção...
Que este espaço seja impregnado de Amor e Serenidade...
Que seja um Lar para todos que por aqui passarem...
Que todos possam prosperar...
Que a Paz e a Proteção reinem em todos os cantos...
Que nossos pensamentos sejam puros e saudáveis...
Que nossas emoções sejam equilibradas e que a dedicação e a felicidade sejam uma constante em nossa vida...
Que o perdão seja o ritmo do nosso coração...
Que sementes de carinho e respeito sejam multiplicadas...
Que o Amor Divino seja o solo onde crescem todas as nossas ações e todas as nossas vontades...
Acima de tudo que nós nunca nos esqueçamos de agradecer o privilégio de estar aqui tendo a possibilidade da evolução...
Obrigada...obrigada...obrigada...